Com a proposta de integrar, debater e fortalecer a Medicina Veterinária e a Zootecnia, acontece no Rio de Janeiro (RJ) a 2ª Câmara Nacional de Presidentes do Sistema Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária (CFMV/CRMVs – CNP) da gestão 2017/2020. O evento, que acontece entre os dias 05 e 06 de junho, reúne os presidentes dos CRMVs de diversos Estados, no Centro de Convenções Sulamérica.
CFMV e CRMVs reunidos. Foto: Arquivo Pessoal
O primeiro dia (05/06) da Câmara, contou com a apresentação do CFMV sobre ações desenvolvidas e implementadas a partir da 1ª Câmara, realizada em janeiro deste ano.
Nesta quarta-feira (06/05), os presidentes e representantes de cada um dos 27 Conselhos Regionais (CRMVs) têm a oportunidade de falar sobre as ações desenvolvidas em suas regiões e apresentar sugestões.
“A nossa maior missão como Sistema CFMV/CRMVs é fiscalizar e precisamos retornar à sociedade os resultados com a postura que a Medicina Veterinária e Zootecnia merecem”, afirmou Francisco Cavalcanti.
As demandas apresentadas pelos conselhos regionais serão analisadas com prioridade pelo CFMV para apresentar soluções de forma a fortalecer e aprimorar o trabalho realizado pelos CRMVs em prol da Medicina Veterinária e Zootecnia.
Local
O local da 2ª CNP e da Sessão Plenária Ordinária foi escolhido para prestigiar o 39º Congresso Brasileiro da Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa), nos dias 06 a 08 de junho.
Sobre a CNP
A CNP é realizada com o objetivo de unificar e fortalecer o posicionamento do Sistema CFMV/CRMVs perante médicos veterinários e zootecnistas, instituições públicas, poderes da República e sociedade brasileira.
A próxima edição da Câmara de Presidentes, em 2018, está prevista para 22 a 26 de outubro, em Brasília (DF).
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), junto com as polícias Federal, Civil e Ambiental, começou nesta terça-feira, 5, Dia Mundial do Meio Ambiente, a Operação Teia em 15 Estados para combater o tráfico ilegal de animais feito principalmente por vendas via redes sociais.
Jabuti (Chelonoidis carbonaria) resgatado em São Paulo durante operação do Ibama de combate ao tráfico de animais Foto: Divulgação / Ibama
Os técnicos do Ibama identificaram 1.277 animais sendo oferecidos à venda por perfis no Facebook. Ao longo do dia, 137 animais foram resgatados e 12 pessoas foram presas em flagrante. Foram encontrados aves, répteis, mamíferos e aracnídeos. Até o momento foram aplicadas multas em torno de R$ 500 mil.
Foram emitidos 34 mandados de busca e apreensão no Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo, onde está a maioria dos casos. A operação segue pelos próximos dias.
Em Franco da Rocha, Região Metropolitana de São Paulo, foi encontrada numa casa 6 jabutis, uma tartaruga de orelha vermelha, um sabiá-laranjeira, um sagui, uma iguana e uma cobra do milho, que não é nativa. Os fiscais haviam chegado ao local após denúncia na chamada Linha Verde do Ibama. No local foi encontrado um homem cuidando dos animais. Seu filho seria o responsável por postagens no Facebook.
No Rio, dois homens, pai e filho, foram presos em flagrante pela Polícia Federal na tarde desta terça-feira. Carlos Augusto da Silva Santos e Gustavo Sant’Anna Santos foram capturados em casa, em Santíssimo, na zona norte. Eles anunciavam os animais – lagartos, aranhas, aves, cobras e jabutis – também pelo Facebook, segundo o delegado Anderson Bichara.
Uma equipe com de mais de 20 policiais federais cumpriu quatro mandados de busca e apreensão nos municípios do Rio, Niterói e São João de Meriti. Foram apreendidos lagartos, aranhas, cobras, pássaros e jabutis, que serão encaminhados a entidades de proteção aos animais.
Pai e filho vinham sendo monitorados pela PF. Eles foram presos sem que fosse possível pagamento de fiança, uma vez que incorreram em crimes cujas penas somaram mais do que quatro anos, explicou o delegado: posse ilegal de animais da fauna silvestre e maus tratos, o que fere a Lei de Crimes Ambientais, além de receptação qualificada e falsificação de selo público (por uso de anilhas falsas).
De acordo com o Ibama, a rede social vem sendo usada como ferramenta para o tráfico de animais. Apesar de o Facebook expressamente proibir que a rede seja usada para a venda de animais, diversos perfis com esse tipo de negócio podem ser encontrados. Essa é a segunda operação do Ibama visando a rede. Na primeira, porém, a ação se baseou mais em denúncias. Desta vez, partiu de uma investigação pró-ativa de pesquisa e identificação de traficantes.
“Durante a investigação encontramos 1.277 animais sendo expostos para venda e 85 exibidos sendo mantidos em cativeiro. Para 30 deles, conseguimos comprovar que houve a venda. Alguns morreram nesse meio tempo”, disse ao Estado Roberto Cabral, coordenador de operações e fiscalização do Ibama. “É um volume significativo se considerarmos que esse é o último ponto antes do consumidor final.”
Segundo ele, os traficantes que comercializam pelas redes têm um ganho alto com um risco mínimo. “No Nordeste, um jabuti como esse que encontramos é vendido ilegalmente por R$ 5, R$ 7 numa feira. Quando chega aqui e vai para o Facebook, sai por R$ 40, até R$ 80. Como não conseguimos mexer no ganho dele, temos de aumentar o risco de ele fazer essa venda”, aponta.
Outro lado
Procurado pela reportagem, o Facebook informou, por meio de nota, que “remove qualquer conteúdo desse tipo assim que fica ciente e fornece às autoridades os dados requisitados seguindo a legislação”. Informou também que encoraja “as pessoas a denunciarem conteúdos questionáveis na plataforma para que nossos especialistas possam revisar esses materiais rapidamente.“
Para o órgão ambiental, era importante que a rede não só removesse o conteúdo, mas também usasse mecanismos de filtro para impedir que esse tipo de postagem fosse feito antes de mais nada. A rede não se pronunciou a respeito.
Na manhã de hoje (06) durante a 2ª Câmara Nacional de Presidentes do Sistema CFMV/CRMVs, que acontece no Rio de Janeiro/RJ, foi assinado pelos Presidentes do Conselho Federal de Medicina Veterinária, dos 27 Conselhos Regionais de Medicina Veterinária, da Academia de Medicina do Rio de Janeiro e da Sociedade Brasileira de Higiene e Saúde Pública, a nota em defesa da qualidade do ensino da Medicina Veterinária e Zootecnia, com o objetivo de externar a preocupação com o ensino na modalidade a distância (EAD).
Em nota o Sistema CFMV/CRMVs explica que, como órgão de orientação, fiscalização e regulamentação profissional, apoia e dá suporte à formação de excelência dos profissionais e, como instância de defesa dos interesses da sociedade nos assuntos relativos à Medicina Veterinária e Zootecnia, manifesta total desacordo com a homologação de cursos nesta modalidade (EAD), sob pena dos profissionais egressos não estarem devidamente preparados para a prática dessas profissões que lidam, de diversas formas, com a saúde pública.
Nota na íntegra
Nota em Defesa da Qualidade do Ensino da Medicina Veterinária e da Zootecnia
Os Presidentes do Conselho Federal e Regionais de Medicina Veterinária, da Academia de Medicina Veterinária do RJ e da Sociedade Brasileira de Higiene e Saúde Pública, que abaixo subscrevem vêm, através da presente nota, defender a qualidade do ensino da Medicina Veterinária e da Zootecnia e apresentar sua extrema preocupação quanto ao ensino na modalidade EAD (ensino à distância). A Medicina Veterinária e a Zootecnia são profissões de formação iminentemente técnica e prática. É obrigatório às instituições de ensino superior vinculadas ao exercício destas profissões nos cursos de graduação, ministrarem seus conteúdos teórico-práticos, com ênfase nas áreas de saúde animal, clínica médica e cirúrgica, Medicina Veterinária Preventiva, saúde pública, zootecnia, produção animal, inspeção e tecnologia de produtos de origem animal e nutrição animal, exclusivamente sob a modalidade presencial. Paralelamente aos conteúdos teóricos e práticos, temos a questão dos estágios curriculares. Turmas em EAD inviabilizam estágios com supervisão acadêmica e de campo articuladas. A supervisão e a orientação para os estudantes passam a ser no máximo transmissão de informações, mas jamais formação profissional. As competências e habilidades na área da Medicina Veterinária e Zootecnia são diretamente relacionadas com o cuidar do animal e seus produtos, que consiste na intervenção eficaz, mediante ações interrelacionadas, competências atitudinais, procedimentais e conceituais. O Sistema CFMV/CRMVs, como órgão de orientação, fiscalização e regulamentação profissional, apoia e dá suporte à formação de excelência dos profissionais e, como instância de defesa dos interesses da sociedade nos assuntos relativos à Medicina Veterinária e Zootecnia, manifesta total desacordo com a homologação de cursos nesta modalidade, sob pena dos profissionais egressos não estarem devidamente preparados para a prática dessas profissões que lidam, de diversas formas, com a saúde pública. Assim, em defesa da qualidade do ensino da Medicina Veterinária e da Zootecnia, requeremos veementemente ao Sr. Ministro de Estado da Educação, Rossieli Soares da Silva, a não autorização de cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia na modalidade EAD. Rio de Janeiro, 6 de junho de 2018.
Um homem foi detido no início da manhã desta terça-feira (5), no bairro de Oitizeiro, em João Pessoa, suspeito de vender animais na internet . De acordo com Geandro Guerreiro, chefe de divisão técnica do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), na Paraíba, oito pássaros foram apreendidos na casa do suspeito.
A Operação Teia acontece no Distrito Federal e em 14 estados brasileiros para coibir o tráfico de animais. Na Paraíba, o suspeito foi identificado vendendo um pássario da espécie trinca-ferro na rede social Facebook. No entanto, segundo Geandro Guerreiro, todo o plantel era para criação amadora e, portanto, não poderia ser comercializado.
Todos os animais encontrados no cativeiro foram apreendidos por uma equipe do Ibama. Segundo o órgão, foram encontrados três pássaros da espécie curió, dois da espécie cardeal, dois trinca-ferro e um bicudo.
Pássaros foram encontrados em cativeiro amador no bairro de Oitizeiro (Foto: Divulgação/Ibama)
No Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) reforça o seu compromisso em exercer a Medicina Veterinária e a Zootecnia com o menor impacto ambiental possível, promovendo a saúde e o bem-estar único dos animais e da sociedade.
A humanidade cresceu e se desenvolveu explorando e degradando os recursos naturais durante muitas décadas consecutivas, como espécies animais e vegetais extintas que o planeta não tem mais condições de recuperar.
As mudanças que ocorrem nos diversos ecossistemas do planeta têm os primeiros efeitos negativos observados nos animais, sejam eles domésticos ou silvestres. A poluição do ar e da água compromete a disponibilidade de alimentos, plantas, frutos e outras fontes nutricionais, provocando doenças respiratórias e carências metabólicas nos animais. Essa é uma das razões que faz com que o papel do Médico Veterinário seja fundamental no monitoramento das doenças ocorridas no meio ambiente e na saúde, o que lhe confere a liderança na área da saúde ambiental.
As Ciências Veterinárias encontram-se numa posição única em relação ao bem-estar coletivo, pois prepara o médico veterinário para que possa contribuir para a luta contra as duas maiores catástrofes da humanidade: a fome e a doença.
A contribuição da Ciência Veterinária para o planeta é vista também na pesquisa biomédica, nos programas estratégicos de proteção à saúde animal e a saúde pública e nas políticas de biossegurança alimentar que visam aumentar a oferta e a qualidade dos alimentos de origem animal.
A Medicina Veterinária e Zootecnia são aliadas em busca da sinergia homem, natureza e animais.
Resíduos
Dentre os principais problemas que afetam o meio ambiente, podemos destacar o descarte inadequado de lixo, a falta de coleta seletiva e de projetos de reciclagem, consumo exagerado de recursos naturais, desmatamento, inserção de espécies exóticas, uso de combustíveis fósseis, desperdício de água e esgotamento do solo. Essas e outras dificuldades poderiam ser evitadas se os governantes e a população se conscientizassem da importância do uso correto e moderado dos nossos recursos naturais.
O efeito dos inseticidas, pesticidas, fertilizantes, anti-parasitantes e o seu potencial impacto na deterioração da ecologia deve ser objeto de especial atenção e vigilância.
A produção animal e o manejo zoosanitário também requerem cuidados quanto à geração e gestão de resíduos, tanto nos utilizados na profilaxia animal como em vacinas, antimicrobianos e em outros medicamentos em geral, classificados também como resíduos de serviços de saúde animal. Portanto, os profissionais que atuam na área de produção deverão ter foco e conhecimento para mitigar os impactos ambientais gerados, além das metas de lucro.
Portanto, 05 de junho não é apenas uma data com propósito de conscientizar as pessoas quanto às questões ambientais e o que cada uma pode fazer no seu cotidiano para promover a melhoria ambiental, é também um momento para os profissionais refletirem quanto aos compromissos profissionais assumidos e, no caso da Medicina Veterinária envolve o compromisso socioambiental e sanitário, ou seja, com a Saúde Única.
Artigo redigido pela Comissão Nacional de Meio Ambiente do CFMV (CNMA/CFMV)
O Governo do Estado, por meio da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), vai realizar entre os dias 4 e 8 de junho, a Semana do Meio Ambiente 2018. Com o tema “Unidades de Conservação: nosso compromisso, nosso orgulho”, a autarquia objetiva sensibilizar a população sobre o uso sustentável das Unidades de Conservação (UCs), além de alertar sobre a importância delas no que se refere ao equilíbrio da biodiversidade.
A abertura do evento acontecerá na segunda-feira (4), às 14h, na Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Deputado José Mariz, no munícipio do Conde. As ações também serão desenvolvidas nas cidades de João Pessoa, Bayeux e em Sousa. Entre as atividades destacam-se: palestras, exibição de filmes, distribuição de sementes e materiais educativos, apresentações culturais e a reabertura do Centro de Visitantes do Jardim Botânico Benjamim Maranhão.
O Superintendente da Sudema, João Vicente Machado Sobrinho explicou a escolha da temática deste ano. “Nosso objetivo é conscientizar a população, por meio da educação ambiental, sobre a importância das Unidades de Conservação para a Paraíba. Fundamentais para o equilíbrio ecológico a sua preservação é de nossa responsabilidade e temos que ser sensíveis na preservação dos biomas presentes nestes locais, que são únicos e fundamentais em nosso ecossistema. Usar as unidades de forma sustentável é uma obrigação de todos para que futuras gerações tenham a oportunidade de desfruta-las também”, destacou.
Unidade de Conservação (UC) – As UCs são áreas decretadas como sendo especiais por possuírem requisitos ecológicos e/ou beleza cênica. São decretadas por autoridades federais, estaduais ou municipais. Na Paraíba, são 15 UC administradas pela autarquia, mais seis mantidas pelo Governo Federal, 12 pelos municípios e 10 particulares, todas conduzidas nos tipos de proteção: integral – que podem ser visitadas, mas necessitam de uma autorização e até acompanhamento especial; e de uso sustentável – que objetivam unir a conservação da natureza com a forma de uso sustentável dos recursos naturais.
Das 15 gerenciadas pela Sudema, nove exigem a proteção integral, como os Parques Estaduais da Mata do Pau Ferro, em Areia; Mata do Xém-Xém (Bayeux); Pico do Jabre (Maturéa e Mãe D’água); Pedra da Boca (Araruna); Mata de Jacarapé (João Pessoa), Aratu (João Pessoa); Trilha dos Cinco Rios (João Pessoa); Parque Estadual Marinho de Areia Vermelha (Cabedelo); e Monumento Natural Vale dos Dinossauros (Sousa).
Programação: 04/06/2018 Segunda-feira – 14h – Conde – Local: EMEIF Deputado José Mariz– Endereço: R. Maria Amélia, S/n, Jacumã distrito de Conde/PB Solenidade de abertura e apresentação da programação da Semana do Meio Ambiente 2018 Exibição do documentário: Unidades de Conservação da Paraíba Fala da Coordenadora de Estudos Ambientais da Sudema, Drª. Simone Porfírio de Souza, sobre: Situação Atual da Área de Proteção Ambiental de Tambaba Apresentação cultural da cidade do Conde Exposição de material educativo pelos órgãos: FUNASA, SEIRHMACT, CAGEPA, EMPASA e Batalhão de Policiamento Ambiental da Paraíba.
05/06/2018 Terça-feira – 9h – João Pessoa – Local: Jardim Botânico Benjamim Maranhão – Endereço: Av. Dom Pedro II, João Pessoa/PB Solenidade de abertura e apresentação da programação da Semana Do Meio Ambiente 2018 Exibição do documentário: Unidades de Conservação da Paraíba Fala da Coordenadora de Estudos Ambientais da Sudema, Drª. Simone Porfírio de Souza, sobre: Situação Atual das Unidades de Conservação do Estado da Paraíba Fala da Diretora do Jardim Botânico Benjamin Maranhão, Mª. Suênia Cibele Costa de Oliveira, sobre: Reserva de Vida Silvestre da Mata do Buraquinho: um estudo de caso sobre processo de criação e gestão Apresentação cultural: Grupo de Dança Folclórica do SESC Paraíba Exposição de material educativo pelos órgãos: FUNASA, SEIRHMACT, CAGEPA, AESA, SES, EMPASA e Batalhão de Policiamento Ambiental da Paraíba Reabertura do Centro de Visitantes do Jardim Botânico Benjamim Maranhão Coffee Break.
06/06/2018 Quarta-feira – 8h30min – Bayeux – Local: Escola Técnica Estadual de Bayeux – Endereço:Av. Liberdade, S/N, Centro, Bayeux/PB Solenidade de abertura e apresentação da programação da Semana Do Meio Ambiente 2018 Exibição do documentário: Unidades de Conservação da Paraíba Fala da Coordenadora de Estudos Ambientais da Sudema, Drª. Simone Porfírio de Souza, sobre: Situação Atual do Parque Estadual da Mata do Xém-Xém Apresentação cultural: Celebrando o Cavalo Marinho da Paraíba Exposição de material educativo pelos órgãos: FUNASA, SEIRHMACT, CAGEPA, EMPASA e Batalhão de Policiamento Ambiental da Paraíba.
08/06/2018 Sexta-feira – 8h – Sousa – Local: Monumento Natural Vale dos Dinossauros – Endereço: Rodovia PB391, S/n, Uirauna, Sousa/PB Acolhimento ao público pelos palhaços “CABORÉ E SERAFINA” Visita ao Museu e às Pegadas Solenidade de encerramento Fala da Coordenadora de Estudos Ambientais da Sudema, Drª. Simone Porfírio de Souza, sobre: Situação Atual do Monumento Natural Vale dos Dinossauros Apresentação cultural: Grupo Musical Jovens Talentos – Projeto CRAS Mutirão Coffee Break e pintura facial nas crianças Distribuição de material educativo e sementes.
A última edição lançada pela Revista Globo Rural traz a zootecnista Consolata Piastrella na capa da publicação, uma das principais da comunicação no meio agro. A edição conta com uma reportagem especial sobre o trabalho da zootecnista, que é proprietária da Piastrella Rastreabilidade Animal, de Goiânia.
A empresa de Consolata atua em 86 propriedades, espalhadas nos Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Tocantins. Das empresas atendidas, 16 são de confinamento. Ao todo, são 400 mil animais vistoriados. Na reportagem da Globo Rural, o trabalho de Consolata é classificado como o “retrato fiel da modernização da pecuária”.
“Além dos benefícios diretos, como bônus dos frigoríficos, a rastreabilidade é um espelho de todo o sistema produtivo da fazenda”, explica a zootecnista.
Um dos confinamentos onde Consolata atua é o da Família Merola, em Santa Helena de Goiás, a 203 quilômetros de Goiânia. Lá, sob o comando da zootecnista, são engordados 70 mil bois por ano. Há dias em que 600 bois são avaliados pela zootecnista e sua equipe.
A edição da Globo Rural que traz Consolata na capa está disponível nas bancas e, também, na edição online.
EMPREENDEDORISMO NA ZOOTECNIA
Formada em Zootecnia pela Universidade Federal do Tocantins (UFT), Consolata é uma empreendedora nata.
“Fiquei 9 meses construindo, formando e pensando em cada detalhe do que seria a Piastrella e quais seriam os seus objetivos metas. Hoje a Piastrella me molda e me faz aprender todos os dias. Empreender no Brasil não é fácil. Um dia eu a fiz, e hoje ela que me faz”.
Em sua avaliação pessoal, Consolata classifica a Zootecnia como um “leque de oportunidades e benefícios”.
“É uma ferramenta perfeita de gestão, mas infelizmente muitos dos nossos zootecnistas não estão cientes disso, por isso se acredita que não está consolidada. Nós que conseguimos entendê-la [a Zootecnia] de fato, temos a obrigação de mudar esse cenário. Vocês não têm noção da quantidade de outros profissionais de agrárias que ocupam o nosso lugar, o lugar da nossa atuação, porque nossos zootecnistas não tem ideia do vasto campo que podemos e devemos atuar”.
Segundo Consolata, para quem deseja empreender, é só ficar ligado aos “sinais” das disciplinas.
“A Zootecnia ensina a empreender desde a sua primeira disciplina, quer seja administração rural, ao desenho técnico, a topografia, a curva de nível, as disciplinas de cada produção. Já prestaram atenção de como elas são apresentadas? Como, senão de uma forma que nos mostra claramente a relação custo benefício de tudo. Se você pegar cada área que atuamos quando acadêmicos e trazê-las para nossa vida, vocês verão que essa ferramenta [a Zootecnia] nada mais é do que uma vida de como empreender, de como empreender no Agro, especialmente quando parto do pressuposto que o tripé da nossa profissão é baseado na genética, nutrição, e manejo… trás isso para nossa vida e veja se já não estamos consolidados há anos. A zootecnia empreende beneficamente em cada produção”.
A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe foi prorrogada até o dia 15 de junho em todo o país. A recomendação do Ministério da Saúde foi adotada em decorrência dos possíveis impactos da paralisação dos caminhoneiros no transporte público e nos atendimentos em serviços de saúde.
O CFMV informa que os médicos veterinários são considerados, pelo Ministério da Saúde (MS), profissionais da Área de Saúde. A resolução do Conselho Nacional de Saúde (CNS/MS) n. 287, de 08 de outubro de 1998, detalha quais são os profissionais da área e inclui os médicos veterinários.
Houve relatos de que alguns profissionais procuraram as unidades dos postos de saúde e encontraram dificuldades em receber a dose da vacina contra gripe/influenza. O CFMV esclarece que o médico veterinário atua em diversas frentes, inserindo-se em diferentes atividades desde a gestão até a vigilância epidemiológica e sanitária. Ele faz parte do grupo prioritário para ser vacinado nos postos de saúde espalhados pelo país.
Além disso, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do MS reafirma a importância e a necessidade da vacinação do médico veterinário, principalmente em razão da origem das gripes suínas e aviárias, que podem colocar em risco a saúde desses profissionais.
A campanha estava prevista para encerrar nesta sexta-feira (1º de junho),
O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Paraíba (CRMV/PB) realizou no primeiro semestre o Curso Básico de Responsabilidade Técnica (RT) nas cidades de Patos/PB e Areia/PB nos dias 11 de abril e 10 de maio respectivamente.
Domingos Lugo, presidente do CRMV/PB, ministrou três palestras sendo a primeira sobre Responsabilidade Técnica – Normas e Procedimentos onde foram explicados as formas de anotações no livro de RT, quanto a organização, qual a linha de trabalho que deve ser seguida. Ainda em sua apresentação ele mostrou a importância de se conhecer o manual de responsável técnico, elaborado pelo Conselho, com objetivo de aprimorar o desenvolvimento nas atividades como responsável técnico dentro da empresa, bem como no auxílio do seu crescimento profissional.
Domingos Lugo / Foto Ascom CRMV/PB
A palestra seguinte foi Ética na Responsabilidade Técnica e Casos Jurídicos que teve como objetivo integrar o profissional dentro das responsabilidades éticas mostrando quais são elas e os reflexos jurídicos que podem ocorrer quando é cometido algum tipo de infração ou erro médico.
Em Responsabilidade Técnica e Controle Populacional, Domingos apresentou quais os procedimentos que devem ser seguidos para realizar um projeto com base na Resolução 962/10 do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), quais os procedimentos de castração de animais, posse responsável e demais ações voltadas ao bem estar animal e a proteção do profissional e do meio ambiente.
Débora Rochelly / Foto Ascom CRMV/PB
Seguindo a programação a Méd. Vet. Débora Rochelly, ministrou a palestra Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde que trata sobre as legislações sobre o descarte correto dos resíduos gerados pelos serviços da Medicina Veterinária e da Zootecnia, bem como os os impactos ambientais, sanitários, econômicos e sociais causados pelos descartes incorretos desses resíduos.
Méd. Vet. Milano Sales / Foto Ascom CRMV/PB
Entregar o leite com qualidade seguindo a instrução normativa 62 do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) foi tema discutido durante a palestra Responsabilidade Técnica em Laticínios com ênfase na sanidade animal ministrada pelo Méd. Vet. Milano Sales.
Na ocasião Milano falou sobre a Responsabilidade Técnica em Sala de Diagnóstico de Brucelose e Tuberculose Bovina mostrando como devem ser os procedimentos de credenciamento junto ao mapa, qual a forma correta de preenchimento de alguns documentos como modelo de atestados, relatórios, cadastros, dentre outros, ressaltando que todo Responsável Técnico deve estar inscrito no CRMV.
Zoot. Humberto Cardoso / Foto Ascom CRMV/PB
O Zoot. Humberto Cardoso falou sobre O Papel do Responsável Técnico em Feiras e Exposições apresentando o conceito e a importância do RT em feiras, leilões e exposições seguindo as indicações do manual de RT, bem como a sua vivência e dificuldades para se tornar um RT e quais os desafios futuros para essa profissão.
Para o segundo semestre o CRMV/PB realizará o curso nas cidades de Sousa (08 de agosto) e João Pessoa (25 de setembro). As inscrições serão divulgadas com antecedência no site e facebook.
Em 1º de junho se comemora o Dia Mundial do Leite, o alimento mais consumido do mundo. A diversidade e o notável valor nutricional do leite permitem que ele seja processado e consumido em todas as culturas de diversas maneiras, seja no seu estado líquido original, em pó ou na forma de derivados como o queijo, o iogurte e a manteiga. Nesta data, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) destaca a importância desse produto de origem animal para a sociedade, e enfatiza o papel do médico veterinário e do zootecnista para a produção desse alimento.
Os dois profissionais trabalham juntos para garantir a produtividade, o bem-estar e a sustentabilidade da produção de leite no país. O zootecnista atua coordenando os sistemas de produção, além de atuar no melhoramento genético e na nutrição dos animais.
Já o médico veterinário está presente também no restante da cadeia produtiva, cuidando da saúde dos animais e trabalhando pela inocuidade dos alimentos até o momento em ele chega ao consumidor. Ele tem papel decisivo na criação dos animais, nas análises, nos programas de biosseguridade, e na inspeção do alimento. Toda empresa que produza, manipule, transforme ou embale o leite precisa ser inspecionada e acompanhada pelo profissional.
O levantamento da pesquisa trimestral de leite feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, no início de 2018, os resultados do ultimo trimestre de 2017 e o volume de leite captado pelos laticínios brasileiros entre outubro e dezembro totalizou 6,44 bilhões de litro, representando 3,2% a mais que no mesmo período de 2016.
Depois de dois anos em queda (2015 e 2016) o volume de leite aumentou. A queda nos custos de produção e o clima mais favorável em 2017 colaboram com este cenário de aumento da produção.
Na prática, 2017 fechou com captação de 24,12 bilhões de litros de leite, 4,1% a mais que em 2016.
Bem-estar
É o médico veterinário que atua na prevenção de problemas sanitários que podem afetar a qualidade do leite, determina o tratamento ideal no caso da transmissão de uma doença em um rebanho, pode apontar as melhores soluções para problemas de performance dos animais, é habilitado para prescrever medicamentos e é capacitado para agir em uma situação de emergência ou que exija o procedimento da eutanásia.
Essas ações estão enumeradas no Guia de Bem-estar Animal na Produção de Leite da Federação Internacional de Laticínios (IDF, na sigla em inglês), que lista as medidas que devem ser tomadas para assegurar que os animais tenham suas necessidades atendidas no processo de produção. “Médicos veterinários são profissionais capacitados para atuar na saúde animal, e as suas recomendações devem ser consideradas em todos os aspectos do manejo animal. Permitir que pessoas não-qualificadas tratem os animais pode resultar em diagnósticos e tratamentos incorretos”, esclarece o guia.