Está circulando nas redes sociais que proprietários desejam aplicar as vacinas V8, V10 e V12, de uso exclusivo em cães, em si mesmos para se protegerem contra o novo Coronavirus (Covid-19)!
Atenção, isso é NÃO DEVE SER FEITO!
O Covid-19, apesar de ser da mesma família do vírus que afetam os cães, pertencem à espécies diferentes!
Leia mais abaixo:
As vacinas para cães contém antígenos para Coronavirus?
Sim, contém. Entretanto é importante ressaltar que esse antígeno é específico, promovendo a imunização somente em cães. Além disso, nessa espécie o vírus age de forma diferente que nos humanos, se manifestando principalmente na forma entérica.
Posso aplicar essa vacina em mim?
NÃO há ensaios clínicos que asseguram o uso de vacinas de uso animal em seres humanos, sendo assim, sua aplicação não é recomendada.
Qual a diferença entre as vacinas V8, V10 e V12?
O 8 (oito), 10 (dez), e 12 (doze) significam respectivamente a quantidade de antígenos vacinais de diferentes vírus e bactérias que causam as principais doenças em cães . Essas vacinas protegem principalmente contra 7 doenças, que são as seguintes:
Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Adenovirose, Parainfluenza, Hepatite Infecciosa Canina e diferentes tipos de antígenos para Leptospirose, sendo esse último o responsável pela mudança de nome das vacinas, que variam de acordo com o número de antígenos de leptospirose existentes.
Porque essa vacina deve ser utilizada apenas em cachorros?
As vacinas utilizadas em animais NÃO passam por nenhum tipo de ensaio clínico para uso em humanos, portanto não tendo eficácia comprovada. Justamente por isso, elas NÃO devem ser usadas em outros que não os cães, podendo causar reações graves e fatais como o choque anafilático.
O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Paraíba (CRMV/PB), após conclusão do processo ético-profissional, decidiu, por unanimidade, suspender por 90 (noventa) dias o registro profissional do Médico Veterinário José Carlos Maia CRMV/PB nº 00691, bem como aplicação de multa.
A decisão foi tomada durante a sessão plenária de julgamento, em conformidade com o art. 38, inciso IV, da Resolução CFMV 1138/2016, art. 5º, § 4º, da Resolução CFMV 682/2001 e art. 33º, da Lei 5.517/68.
O Acórdão foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) no dia 16/03/2020.
O CRMV/PB zela pelo exercício legal da profissão e alerta a todos os profissionais a importância de se conhecer o Código de Ética Profissional e as legislações vigentes.
Entenda o caso
Desde março de 2018, após tomar conhecimento do envolvimento do Médico Veterinário, inscrito nesta Autarquia, no caso das mortes dos cães no município de Igaracy-PB, o CRMV/PB através de fiscalização in loco e denúncias recebidas, instaurou processo ético-profissional contra o Médico Veterinário.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que, até o momento, não há evidência significativa de que animais de estimação possam ficar doentes ou transmitir o novo coronavírus (Covid-19). Mesmo assim, a recomendação é de que as pessoas infectadas evitem o contato com seus cães e gatos.
O médico-veterinário e tesoureiro do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Wanderson Ferreira, pós-graduado em Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais, explica que, por enquanto, não há comprovação científica de que os animais transmitam para o homem e, até hoje, o entendimento é de que os animais não são suscetíveis ao novo coronavírus (Covid-19).
“Existe um tipo de coronavírus que atinge o trato gastrointestinal de cães, podendo desencadear um processo de diarreia e vômito. Mas o homem é resistente a ele e não tem nada a ver com o Covid-19, que ataca as vias respiratórias”, esclarece.
Mesmo diante desse cenário, por cautela, o CFMV ratifica o posicionamento da OMS e recomenda que os tutores infectados também façam quarentena de convivência com os seus pets.
Atendimento
Os médicos-veterinários, como profissionais de saúde, por enquanto e até segunda ordem, estão autorizados pelos governos estaduais a manter o atendimento normal em clínicas e hospitais veterinários. Isso pode variar de uma região para outra do país e os profissionais devem sempre observar e respeitar as restrições determinadas pelas autoridades locais.
Para manter o atendimento e, ao mesmo tempo, contribuir para conter a proliferação do coronavírus, o CFMV estimula que o atendimento seja feito com a presença de apenas um único tutor, evitando a aglomeração de pessoas nas clínicas e pet shops. Além disso, recomenda-se que os tutores evitem visitar os animais internados. Também sugere que serviços que não são de urgência e emergência sejam reprogramados, afastando uma exposição desnecessária nesse momento crítico de propagação do novo coronavírus.
O atendimento a distância continua proibido, conforme determina o Código de Ética do Médico-Veterinário. “A consulta clínica deve ser presencial, seja no consultório ou em domicílio, mas, sempre que possível, de forma restrita, individualizada, reduzindo aglomerações”, alerta Ferreira.
O Conselho Federal ainda orienta que os profissionais sejam mais severos com a higienização dos ambientes, limpando o recinto a cada atendimento. Limpar principalmente o mobiliário e os utensílios que tiveram contato direto com o animal ou com o tutor, como mesas, bancadas, instrumentos, cadeiras e tudo que foi utilizado durante o atendimento dos pacientes. As recepções também devem intensificar a limpeza.
Higienização
Os responsáveis técnicos dos estabelecimentos veterinários devem manter e reforçar a rotina de higienização que já é exigida e preconizada pela legislação. Devem usar água sanitária ou amônia quaternária, desinfetantes clássicos utilizados na limpeza rotineira das unidades de saúde. Além disso, a Vigilância Sanitária indica que seja usado o álcool 70% no atendimento clínico dos animais, substância com alto poder de desinfecção.
Para higiene pessoal do profissional, a recomendação também é de manter o procedimento padrão de lavar as mãos e os antebraços com água corrente e sabão, antes e após os atendimentos. A OMS recomenda o uso de máscaras somente para pessoas com sintomas e, sempre que possível, disponibilizar álcool em gel. Nas cirurgias, manter o processo padrão de assepsia.
O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), seguindo as orientações do Ministério da Saúde para evitar a disseminação do coronavírus, recomenda que os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária (CRMVs) sigam as restrições estabelecidas pelos governos estaduais, avaliando as particularidades de cada região.
Respeitando a realidade e a autonomia administrativa de cada regional, os protocolos básicos a serem observados pelo Sistema CFMV/CRMVs são:
1. Evitar aglomerações;
2. Evitar visitações públicas e eventos coletivos;
3. Direcionar o atendimento para os canais on-line e ou digitais, evitando o atendimento presencial;
4. Suspender as atividades de fiscalização e a entrega de cédulas profissionais até a curva de infecção começar a cair, a critério de cada regional, pois cada estado tem suas características próprias;
5. Analisar a possibilidade de realizar reuniões virtuais;
6. Adiar/cancelar viagens não essenciais;
7. Manter afastados os funcionários que retornem de viagens de áreas reconhecidamente afetadas pelo coronavírus;
8. Seguir os cuidados básicos de higiene recomendados pelo Ministério da Saúde;
Seguindo as orientações dos órgãos oficiais de saúde, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Paraíba (CRMV/PB), aconselha os profissionais e a sociedade em geral a priorizar o contato com o Regional via atendimento telefônico e/ou por email, neste período de controle e prevenção do Covid-19.
Horário de atendimento de segunda a sexta-feira das 12h às 17h.
Mais uma ação de aproximação entre Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária (Sistema CFMV/CRMVs) ocorreu na última semana, no CFMV, em Brasília. Desta vez, as diretorias dos CRMVs de Paraíba e de Roraima tiveram cinco dias intensos de trocas de experiências, saneamento de dúvidas, alinhamento de expectativas e esclarecimentos sobre a Resolução nº 591/1992, que institui e aprova o Regimento Interno Padrão dos CRMVs.
A inciativa faz parte do Núcleo de Apoio aos Conselhos Regionais (NAR), criado pela gestão do CFMV. “O NAR visa estreitar os laços e com isso trazer uma comunicação mais eficaz, pois o auxílio do CFMV pode representar o início de uma nova e bem-sucedida fase de gestão para um Regional”, esclarece o diretor administrativo do CFMV, Edson Dourado.
Depois de participarem da 333ª Sessão Plenária Ordinária, os diretores do CRMVs conheceram a realidade dos diversos departamentos do federal, alinharam expectativas e obtiveram informações sobre o funcionamento do Sistema. Outros temas abordados na visita dos regionais, foram as resoluções nº875/2007, que aprova o Código de Processo Ético-Profissional no âmbito do Sistema CFMV/CRMVs, e nº1049/2014, que estabelece normas e procedimentos no âmbito dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária na elaboração das Propostas e Reformulações Orçamentárias, Confecção de Balancetes, Prestação de Contas e Relatórios de Gestão, e dá outras providências.
Diretores dos CRMVs:
Valéria Rocha Cavalcanti – Presidente do CRMV-PB “É a união do Sistema CFMV/CRMVs. Vou levar ao nosso estado como gerenciar melhor processos. Parabenizo o CFMV pela criação do NAR”.
Francisco Gomes Fernandes – Vice-presidente do CRMV-PB “Foi um crescimento pessoal e profissional. Transparência e probidade. O Sistema nos representa”.
Adriano Fernandes Ferreira – Secretário-geral do CRMV-PB “Vamos levar para Paraíba esta experiência para melhor desempenharmos nossas funções”.
Nina Toralles Caniello – Tesoureira do CRMV-PB “Vai ser importante para a gestão, para nossa transparência”.
Jose Ricardo Soares da Silva – Presidente do CRMV-RR “Privilégio fazer parte deste programa. Uma semana intensa de trabalho”.
Jose Kleber Oliveira de Farias – Vice-presidente do CRMV-RR
Yeda Suely de Souza Rodrigues – Secretária-geral do CRMV-RR
Nos dias 10 e 11 de março, os integrantes da diretoria e conselheiros do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) realizaram a 333ª Sessão Plenária Ordinária, em Brasília (DF).
Outras questões debatidas nesta sessão foram a estrutura e competências da Controladoria do CFMV e A composição da Comissão de Avaliação que analisará as indicações para a Comenda Muniz Aragão, que o CFMV concederá, em junho, aos médicos-veterinários que tenham prestado relevantes serviços à Medicina Veterinária Militar Brasileira e ao fortalecimento da Veterinária Militar.
Houve também apreciação de reformulação orçamentária dos conselhos regionais e análises de recursos administrativos.
Participação
A sessão foi presidida pelo presidente do CFMV, Francisco Cavalcanti de Almeida. Participaram o secretário-geral, Helio Blume; o tesoureiro, Wanderson Alves Ferreira; e os conselheiros efetivos Cícero Araújo Pitombo, João Alves do Nascimento Júnior, José Arthur de Abreu Martins, Wendell José de Lima Melo, Therezinha Bernardes Porto e Francisco Atualpa Soares Júnior.
Embora não haja nenhuma confirmação do Covid-19 (coronavírus) no estado da Paraíba e, seguindo as recomendações do Ministério da Saúde para evitar aglomerações, o CRMV/PB decidiu cancelar os eventos CRMV/PB Itinerante e a palestra Cirurgias de Rotina em Grandes Animais, marcadas para os próximos dias 19 e 20 de março, como medida de saúde preventiva.
A decisão visa preservar a saúde dos profissionais, diretores, colaboradores e demais participantes dos eventos.
Sobre as reuniões, solenidades de entregas de carteiras e demais eventos divulgados pela Autarquia, os mesmos terão definição de novas datas, que serão analisados cuidadosamente pela Diretoria e comunicada com antecedência pelo Regional.
O CRMV/PB agradece a compreensão de todos à essa decisão.
Em apoio à Campanha Março Amarelo e para esclarecer sobre a importância e tratamentos dos preventivos de doenças renais em cães e gatos, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) conversou com os médicos- veterinários Marcus Campos Braun, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Espírito Santo (CRMV-ES), e Roberto Luiz Lange, integrante Comissão Nacional de Estabelecimentos Veterinários (CNEV/CFMV).
Sintomas
Em cães e gatos a doença só aparece clinicamente quando 75% da função renal já está comprometida. Ela não escolhe idade, mas a partir dos 6 anos é quando ela ocorre na maioria dos casos. “O melhor jeito de evitar é prevenir, por meio de exames de sangue e de imagem, realizados por um profissional habilitado. Quanto mais cedo diagnosticada a doença, maiores serão a chances de controle a longo prazo, com aumento da longevidade do paciente”, alerta Lange.
O principal sintoma nos animais é o aumento da sede, mas pode haver vômitos, mau hálito, diminuição do apetite, apatia (paciente depressivo) e perda de peso, entre outros.
Uma vez instalada, a doença renal, na maioria dos casos, é progressiva e degenerativa. O tratamento é complexo, pois requer ajustes frequentes na terapia, em decorrência da causa e possíveis complicações de outras patologias.
A piora do quadro pode ser notada pelo comportamento e pelos exames do animal. “A internação costuma ser uma opção frequente e com resultados satisfatórios”, esclarece Braun. Ele explica que, nos casos em que o paciente não responde ao tratamento, é possível submetê-lo à hemodiálise. “A máquina filtra o sangue do animal. A indicação vai depender do quadro clínico, da etiologia da insuficiência renal (IR), das taxas renais, da resposta ao tratamento conservador e da disponibilidade financeira do tutor. Animais com peso abaixo de cinco quilos não podem fazer esse procedimento”, diz.
Apesar de a doença não ter cura, ela pode ser controlada e oferece ao portador uma vida quase normal. “Os tutores são peças fundamentais para o suporte e uma boa vida a esses pets”, assegura o presidente do CRMV-ES.
Lange compartilha a mesma opinião. Para ele, além do olho do dono do animal, é imprescindível também o acampamento de um médico-veterinário, a fim de evitar procedimentos mais complexos, como a hemodiálise. “O tutor deve ficar atento à hidratação contínua do animal, manejo da alimentação com rações específicas e ajustes das dosagens de medicamentos que têm excreção renal”, alerta.
Em casos mais complicados, há a possibilidade de transplante, mas a prática ainda não é rotineira na Medicina Veterinária de animais companhia. “Os resultados mundiais são satisfatórios, aumentando a taxa de sobrevida entre três e cinco anos, em gatos. Em cães, os estudos ainda devem ser continuados para ter êxito”, diz Lange.
O transplante é considerado um tratamento caro, com valor em torno de 20 mil dólares e taxa de sucesso de aproximadamente 40%. “É preciso ter um doador de tamanho e estrutura similar que seja compatível. Após a cirurgia, o paciente ainda irá tomar medicações contra rejeição e deve fazer acompanhamento periódico com médico-veterinário”, resume Braun.
Saiba mais
Os rins atuam filtrando os resíduos do sangue e mantendo o equilíbrio hídrico e mineral do corpo. Alterações em sua função caracterizam as doenças renais e, ao surgirem os sintomas da insuficiência renal (IR), geralmente a perda de função do rim é de 60 a 75%.
Com o aumento da expectativa de vida dos animais, o aumento da IR é uma realidade, mas dispondo de novos recursos na Medicina Veterinária, o diagnóstico pode ocorrer precocemente e garantir o aumento de qualidade e de tempo de vida.
Estatística
A IR é mais comum em cães idosos, mas também acomete animais jovens e gatos. Entre suas diversas causas estão o problema primário (animais idosos) ou secundário (intoxicação, envenenamento, uso prolongado de medicações, pacientes oncológicos, cardiopatas, hipertensos e diabéticos, entre outros).
A doença renal na sua forma crônica acomete de 0,5% a 1% dos cães idosos e de 1% a 3% dos gatos idosos. Dentre cães, as raças mais predispostas e mais comuns no nosso país, são o Cocker Spaniel Inglês, Bull Terrier, Shnauzer Miniatura, Rottweiler, Golden Retrievier, Lhasa Apso, Shih- Tzu, West Highland Terrier e Poodle. Já em gatos, as raças mais suscetíveis são Persa, Exótico e o Abissínio.
Alimentação recomendada
Atualmente, diversos fabricantes de alimentos para cães e gatos dispõem de alimentos específicos para esse fim. Esses alimentos têm a finalidade de ajudar no controle da doença com a diminuição dos níveis de proteína, fósforo e sal na dieta.
Há medicações seguras e que podem ser tomadas a longo prazo para o tratamento dos sintomas, bem como dietas nutracêuticas, com alimentos para o paciente renal e suplementos que auxiliam a melhora do seu quadro clínico.
Marcus Campos Braun
Médico-Veterinário formado pela Faculdade Pio X, em Aracaju (SE). Pós-graduado em clínica geral, clínica cirúrgica, anestesiologia, dermatologia, terapia intensiva e medicina intensiva em pequenos animais. Responsável técnico e proprietário de um Clínica Veterinária em Vitória (ES) e presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Espírito Santo (2018-2021).
Roberto Luiz Lange
Graduou-se em Medicina Veterinária na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Tem pós-graduação em Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), em 2001. É ex-presidente da Anclivepa do Paraná e sócio-fundador da Associação Brasileira de Hospitais Veterinários (ABHV) e diretor-geral de um Hospital Veterinário, em Curitiba (PR). Integra a Comissão Nacional de Estabelecimentos Veterinários (CNEV/CFMV).
A diretoria do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Paraíba (CRMV/PB) participou na terça-feira (10/03), da 333ª Sessão Plenária Ordinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), na sede da Autarquia Federal, em Brasília-DF.
Durante esta semana, a diretoria participará de reuniões e treinamentos com objetivo de discutir questões administrativas relacionadas a processos organizacionais do Sistema CFMV/CRMVs. Os trabalhos no CFMV seguem até sexta-feira (13/03).
Além da presidente do CRMV/PB, Méd. Vet. Valéria Rocha Cavalcanti, também participam das reuniões o vice-presidente, Zoot. Francisco Gomes Fernandes, o secretário-geral, Méd. Vet. Adriano Fernandes Ferreira e a tesoureira Méd. Vet. Nina Toralles Caniello.