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CRMV-PB retomada de atividades presenciais a partir de fevereiro
A certificação de metodologias que nos auxiliam a lidar com a contínua expansão de nossa atividade afeta positivamente a correta previsão dos níveis de motivação departamental. Neste sentido, a consolidação das estruturas maximiza as possibilidades por conta dos procedimentos normalmente adotados. Assim mesmo, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação é uma das consequências das posturas dos órgãos dirigentes com relação às suas atribuições. No entanto, não podemos esquecer que a execução dos pontos do programa cumpre um papel essencial na formulação das condições financeiras e administrativas exigidas.
Pensando mais a longo prazo, a valorização de fatores subjetivos garante a contribuição de um grupo importante na determinação das condições inegavelmente apropriadas. O cuidado em identificar pontos críticos na percepção das dificuldades assume importantes posições no estabelecimento do investimento em reciclagem técnica. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que o entendimento das metas propostas deve passar por modificações independentemente do levantamento das variáveis envolvidas.
As experiências acumuladas demonstram que a complexidade dos estudos efetuados ainda não demonstrou convincentemente que vai participar na mudança da gestão inovadora da qual fazemos parte. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que a consulta aos diversos militantes possibilita uma melhor visão global dos índices pretendidos. Do mesmo modo, a determinação clara de objetivos agrega valor ao estabelecimento do fluxo de informações. Todavia, o acompanhamento das preferências de consumo pode nos levar a considerar a reestruturação dos paradigmas corporativos.
O incentivo ao avanço tecnológico, assim como o início da atividade geral de formação de atitudes representa uma abertura para a melhoria das formas de ação. A nível organizacional, o desafiador cenário globalizado obstaculiza a apreciação da importância do orçamento setorial. O que temos que ter sempre em mente é que a hegemonia do ambiente político talvez venha a ressaltar a relatividade do sistema de participação geral. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como a expansão dos mercados mundiais auxilia a preparação e a composição das direções preferenciais no sentido do progresso.
Gostaria de enfatizar que a mobilidade dos capitais internacionais aponta para a melhoria dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Não obstante, a crescente influência da mídia prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a adoção de políticas descentralizadoras nos obriga à análise dos modos de operação convencionais. O empenho em analisar a competitividade nas transações comerciais desafia a capacidade de equalização de alternativas às soluções ortodoxas.
CRMV-PB informa sobre o Ofício nº 8/2021
O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Paraíba (CRMV-PB), informa que o Médico Veterinário está incluído como Trabalhador do Serviço de Saúde no que tange as prioridades da vacinação do COVID-19, conforme o Ofício n. 8/2021/DEIDT/SVS/MS enviado pelo Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, assinado pelo Dr. Laurício Monteiro Cruz, ao Presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Dr. Francisco Cavalcanti de Almeida.
Leia na íntegra Ofício nº 8/2021
OFÍCIO Nº 8/2021/DEIDT/SVS/MS
Brasília, 18 de janeiro de 2021.
Ao Ilustríssimo Senhor
Francisco Cavalcan de Almeida
Presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV)
SIA Trecho 6 – Lotes 130 e 140 – Brasília-DF – CEP 71205-060
Assunto: Vacinação contra a COVID-19.
Senhor Presidente,
1. Em atendimento ao Ocio n.0013/2021/CFMV-PR reiteramos médicos veterinários e seus respecvos técnicos e auxiliares estão inseridos entre os trabalhadores de saúde destacados no Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra a COVID-19, o qual descreve os grupos prioritários e recomendações de vacinação em seu ANEXO II, afirmando que:
2. “Trabalhadores dos serviços de saúde são todos aqueles que atuam em espaços e estabelecimentos de assistência e vigilância à saúde, sejam eles hospitais, clínicas, ambulatórios, laboratórios e outros locais. Desta maneira, compreende tanto os profissionais da saúde – como médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, biólogos, biomédicos, farmacêucos, odontologistas, fonoaudiólogos, psicólogos, serviços socais, profissionais de educação sica, médicos veterinários e seus respecvos técnicos e auxiliares – quanto os trabalhadores de apoio, como recepcionistas, seguranças, pessoal da limpeza, cozinheiros e auxiliares, motoristas de ambulâncias e outros, ou seja, aqueles que trabalham nos serviços de saúde, mas que não estão prestando serviços direto de assistência à saúde das pessoas. Inclui-se, ainda, aqueles profissionais que atuam em cuidados domiciliares como os cuidadores de idosos e doulas/parteiras, bem como funcionários do sistema funerário que tenham contato com cadáveres potencialmente contaminados. ”
3. Cabe salientar que de acordo com a Resolução do Conselho Nacional de Saúde (CNS/MS) nº 287, de 08 de outubro de 1998, a Medicina Veterinária faz parte do rol de profissões da área de saúde, desta forma, incluindo os médicos veterinários no grupo-alvo.
4. Ressaltamos que os médicos-veterinários atuam em diversas frentes e estão inseridos nas clínicas, hospitais, defesa sanitária, desempenhando avidades que vão desde a gestão até a vigilância de zoonoses, vigilância ambiental em saúde, epidemiológica e sanitária, o que os torna mais susceveis à doença. A escolha dos
grupos prioritários que recebem a vacina gratuitamente segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS).
5. No Informe Técnico produzido pelo Ministério da Saúde (em anexo), datado de 18/01/2021, no seu Anexo 1 (página 26), reafirma a necessidade da vacinação do médico veterinário, por definir que trabalhadores dos serviços de saúde são todos aqueles que atuam em espaços e estabelecimentos de assistência e vigilância à saúde, sejam eles hospitais, clínicas, ambulatórios, laboratórios e outros locais.
6. Diante disso, solicitamos que todos os postos dos Municípios, Estados e do Distrito Federal disponibilizem a vacina e orientamos que para ter direito, basta o médico veterinário apresentar sua carteira de idendade profissional.
Atenciosamente,
Laurício Monteiro Cruz
Diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis
CRMV-PB abre processo seletivo para estágio na área de administração
O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Paraíba (CRMV-PB) abre processo seletivo para a contratação de estagiário para a área de administração. Os currículos devem ser enviados até o dia 12 de fevereiro, para o email: licitacoesecontratos@crmvpb.org.br
Pré-requisitos: Cursar administração a partir do 4º período; apresentar CRA igual ou superior à média da instituição; ter disponibilidade para dedicação mínima de acordo com a carga horária de 12:00h às 18:00h; noções de rotinas administrativas e organizacionais.
Caso a sua instituição de ensino não esteja cadastrada junto ao Conselho, deverá solicitar o convênio com o CRMV-PB através do e-mail registro@crmvpb.org.br
Experiente em estatística e melhoramento genético, zootecnista Rui Verneque ganha o Prêmio Professor Octávio Domingues 2019

Foto: Erasmo Reis/ASCOM EPAMIG
Doutor em Estatística e Experimentação Agronômica pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), o zootecnista Rui da Silva Verneque foi escolhido para receber o Prêmio Professor Octávio Domingues 2019. Indicado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária de Minas Gerais (CRMV-MG), Verneque é pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) há 38 anos, e atua na unidade Gado de Leite. Foi selecionado pelos relevantes serviços prestados ao desenvolvimento agropecuário brasileiro, como a coordenação do Programa Nacional de Melhoramento do Gir Leiteiro e outros projetos de pesquisa.
“Recebo a premiação com alegria e felicidade, pois ela representa o reconhecimento pelo trabalho desenvolvido ao longo de tantos anos. É mais um incentivo para continuar. Demonstra que é um trabalho que valeu e tem valido a pena”, comemora o premiado.
Verneque foi pesquisador 1D em produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e professor de Bioestatística da pós-graduação de Biologia, Genética e Imunologia, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Na mesma universidade, foi coorientador nos cursos de mestrado e doutorado. Tem também colaboração nos cursos de mestrado e doutorado em Zootecnia das Universidades Federais de Viçosa (UFV), de Minas Gerais (UFMG), de Lavras (Ufla) e na Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Dedicado ao melhoramento genético, o zootecnista iniciou sua carreira em uma cooperativa agropecuária até chegar à Embrapa. “O melhoramento genético é muito importante em todas as espécies animais e, hoje, o Brasil tem o melhor zebu leiteiro mundial, cujo material genético é procurado, inclusive, pela Índia, país de origem das principais raças zebuínas, graças ao grande desempenho conquistado no Gir leiteiro nacional. Tudo isso é resultado do destacado trabalho de melhoramento genético realizado no Brasil, há décadas”, explica. Ele acredita que esse foi seu principal legado quando chefiou a área de pesquisa da Embrapa Gado de Leite e presidiu a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).
Verneque não pensa em parar e se dedica cada vez mais às ações estratégicas, buscando incremento de performance, e planeja escrever um livro sobre melhoramento genético. No futuro, quando se aposentar, deseja levar a experiência técnica adquirida ao setor produtivo da sua terra natal, o município mineiro de Ipanema, e à cidade vizinha de Pocrane. O objetivo é estimular os produtores na adoção de tecnologia para o desenvolvimento regional.
“O Brasil é referência mundial na produção de alimentos, especialmente, pelo uso da tecnologia. Mas aqui ela chega de forma lenta e, por vezes, mal colocada. Me sinto responsável em tentar estimular os produtores, já que a tecnologia cada vez mais alcança destaque e faz a diferença para atingir resultados positivos”, afirma.
Para ele, o prêmio representa aumento de responsabilidade pelo que fez e faz, mas ao mesmo tempo, é preciso agradecer por mais um estímulo a continuar desempenhando o trabalho que desenvolveu com determinação, criatividade e vontade de fazer o que é bom e importante para o setor produtivo nacional e internacional.
“Aprendi a trabalhar, a estudar e tenho certo conhecimento acumulado. Quero que isso se reflita em resultados e todos os dias penso em como ajudar nossos parceiros, nossos produtores e as instituições que represento”, conclui.
Confira o currículo Lattes do premiado.
Prêmio
O Prêmio Octávio Domingues destaca zootecnistas brasileiros que tenham realizado relevantes serviços ao desenvolvimento agropecuário do Brasil. A premiação é anual e foi instituída pela Resolução CFMV nº 870, de 10 de dezembro de 2007. Veja a lista de premiados.
O nome do prêmio é uma homenagem a Octávio Domingues, autor de diversos estudos de importância para o desenvolvimento da Zootecnia no Brasil. Nascido em Xapuri (AC), foi o primeiro professor de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura do Pará, em 1918. Graduou-se como engenheiro agrônomo, em Piracicaba (SP), e se pós-graduou nos Estados Unidos. Lecionou a disciplina Zootecnia Geral na Esalq, onde cursou a graduação. Mais tarde, passou a professor catedrático de Zootecnia Especial da Escola Nacional de Agronomia, hoje Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Representando a UFRRJ, integrou a equipe de professores enviados aos Estados Unidos para a avaliação dos procedimentos administrativos, didáticos, de pesquisa agronômica e extensão rural adotados pelo Sistema Universitário Norte-Americano dos “Laind Grant Colleges”.
Em virtude da pandemia de covid-19, o agraciado de 2019 só foi selecionado no final de 2020 e receberá o prêmio em 2021.
Assessoria de Comunicação do CFMV
Esclarecimentos sobre a vacinação de covid-19 para médicos-veterinários abordada na matéria da Revista Piauí
Por falta de informação, preconceito e pelo estigma de que o médico-veterinário é um profissional que cuida apenas da saúde dos animais, constantemente os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária (CFMV e CRMVs) vêm a público prestar esclarecimentos sobre o amplo espectro de atuação do médico-veterinário, especialmente na área de saúde pública. Mais uma vez, a elucidação se torna necessária, tendo em vista a matéria equivocada publicada hoje (20), pela Revista Piauí, intitulada Vacina em causa própria.
O CFMV esclarece que, desde 1998, os médicos-veterinários são reconhecidos como profissionais de saúde, por meio da Resolução nº 287, do Conselho Nacional de Saúde (CNS), assim como outras 13 profissões, como assistentes sociais, biólogos, terapeutas ocupacionais e outras.
Em campanhas de imunização, como a da gripe, por exemplo, são grupos que estão na fila prioritária de vacinação pelo risco de infecção inerente à atuação. Mesmo com esse direito estabelecido em norma, os relatos que chegam ao CFMV é de que muitos médicos-veterinários não conseguem a vacinação. Basta conferir os comentários no repost que demos no Ministério da Saúde e no post do CFMV, ambos de março de 2020, e publicados meses antes de o médico-veterinário Lauricio Cruz ser nomeado para o Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde (DEIDT/MS), em agosto de 2020.
Covid-19
Os médicos-veterinários são profissionais de saúde pública em diversas atuações e com atendimento direto à população, como integrantes das equipes de atenção básica à saúde de diversos municípios. Participam de equipes no combate direto à covid-19, atendendo à convocação do Ministério da Saúde para atuar no programa O Brasil Conta Comigo, ação realizada em abril de 2020, também antes da nomeação do atual diretor do DEIDT.
Ainda, o médico-veterinário integra equipes de trabalho na defesa e vigilância sanitária, inspeciona os produtos de origem animal consumidos pela população de forma a preservar a saúde das pessoas. Também estão nas vigilâncias epidemiológicas, vigilâncias ambientais e Centros de Controles de Zoonoses monitorando e controlando todas as doenças zoonóticas (transmitidas dos animais para os homens), como dengue, chikungunya, raiva e leishmaniose. São atividades que, inclusive, demandam visitas regulares aos domicílios, por meio dos Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB).
Durante a pandemia, alguns médicos-veterinários têm trabalhado, voluntariamente, em hospitais, realizando treinamento de equipes (veja a matéria: Solidariedade leva médicos-veterinários à linha de frente no combate à doença.).
Medicamentos e vacinas são testados primeiramente em animais e os médicos-veterinários também atuam na área de pesquisa da covid-19. Eles ainda trabalham na linha de testagem por meio dos laboratórios públicos. E, desde o início da pandemia, os estabelecimentos veterinários, como clínicas, hospitais, ambulatórios e laboratórios, foram considerados serviços essenciais.
Além disso, para apoiar as campanhas de vacinação contra a covid-19 nos países, a Associação Pan-Americana de Ciências Veterinárias (Panvet) e a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) assinaram declaração de colaboração dos médicos-veterinários aos ministérios da saúde das diversas nações.
Todos são casos em que os médicos-veterinários estão diretamente expostos diante do cenário de pandemia. Veja também: O médico-veterinário é profissional de saúde pública.
Vacinação
O anexo II do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19 (pág. 89), atendendo à Resolução do CNS de 1998, define que os trabalhadores dos serviços de saúde são todos aqueles que atuam em espaços e estabelecimentos de assistência e vigilância à saúde, entre eles médicos-veterinários e seus respectivos técnicos e auxiliares.
O documento ainda recomenda: “O envolvimento de associações profissionais, sociedades científicas, da direção dos serviços de saúde e dos gestores, na mobilização dos trabalhadores, poderão ser importantes suporte para os organizadores, seja para o levantamento, seja para definir a melhor forma de operacionalizar a vacinação. Nessa estratégia será solicitado documento que comprove a vinculação ativa do trabalhador com o serviço de saúde ou apresentação de declaração emitida pelo serviço de saúde.”
Cumprindo seu dever de comunicar aos profissionais, o CFMV emitiu nota, no dia 18 de janeiro. Foi informado que, de acordo com o Ministério da Saúde, neste primeiro momento, será feito um escalonamento dos grupos prioritários para vacinação, conforme a disponibilidade das doses de vacina, sendo facultada a estados e municípios a possibilidade de adequar a priorização de acordo com a realidade local.
O CFMV deixou claro, nessa nota, que para a primeira fase de imunização, que tem seis milhões de vacinas disponíveis, sendo necessárias duas doses para completar o esquema vacinal, o ministério priorizou os grupos segundo os critérios de exposição à infecção e de maiores riscos para agravamento e óbito pela doença. Sendo assim, a recomendação é que os primeiros a receber a vacina sejam os profissionais da saúde da linha de frente, ou seja, que trabalham em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), prontos-socorros, ambulâncias, hospitais referenciados para a covid-19, bem como equipes de vacinação que irão imunizar a população e os trabalhadores de instituições de acolhimento de idosos e jovens e adultos com deficiência. Em seguida, serão vacinados os demais trabalhadores de saúde, quando poderão ser vacinados os médicos-veterinários, sempre de acordo com especificidades e particularidades regionais.
O objetivo da troca de ofícios entre o CFMV e o Ministério da Saúde foi justamente identificar o momento e a forma correta de os profissionais procurarem os postos de vacinação, auxiliando na operacionalização da campanha, para que não haja mobilização de forma inoportuna, uma vez que já corriam informações paralelas e mobilização nas redes sociais. Buscamos a informação direto na fonte.
Assessoria de Comunicação do CFMV
Pesquisador Cláudio Madruga vence o Prêmio Paulo Dacorso Filho 2019
Com 33 anos de experiência como pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Gado de Corte, o médico-veterinário Cláudio Roberto Madruga foi eleito para receber o Prêmio Paulo Dacorso Filho 2020. Indicado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária do Mato Grosso do Sul (CRMV-MS), Madruga foi selecionado pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) devido aos relevantes serviços à ciência veterinária e ao desenvolvimento agropecuário do país. Ao longo de sua trajetória, publicou 68 artigos em periódicos, 134 resumos em anais de congresso, tem 29 trabalhos apresentados, um livro publicado e é coautor de outros 15.
“A premiação, ainda que individual, significa o reconhecimento do nosso grupo e das instituições nas quais realizamos os nossos trabalhos de pesquisa e desenvolvimento para a pecuária, bem como a difusão do conhecimento científico, de cidadania e ética nos cursos de graduação e pós-graduação de Medicina Veterinária. Essa distinção nos impulsiona ainda mais a trabalhar pela ciência veterinária e pela saúde animal, humana e o bem-estar social”, celebra Madruga.
Doutor em Parasitologia Veterinária pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Madruga também se dedicou à docência, participando de 26 bancas de mestrado e 17 de doutorado. Foi professor orientador do curso de doutorado em Biologia Parasitária do Instituto Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, e do mestrado em Imunologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também foi orientador na graduação e no mestrado profissional de Medicina Veterinária da Universidade para o Desenvolvimento do Ensino e Região do Pantanal (Uniderp), além de professor visitante do mestrado em Produção Animal da Faculdade de Veterinária da UFBA.
“O Prêmio Professor Paulo Dacorso Filho honra e dignifica ainda mais a profissão exercida por nós, médicos-veterinários. Por essa razão, é com imensa alegria e orgulho que recebo essa outorga”, acrescenta o premiado.
Veja o Currículo Lattes do premiado.
Prêmio
Instituído pela Resolução CFMV nº 677, de 14 de dezembro de 2000, o Prêmio Paulo Dacorso é concedido a médico-veterinário que tenha realizado relevantes serviços à ciência veterinária e ao desenvolvimento agropecuário do Brasil. Confira todos os agraciados.
O nome homenageia o médico-veterinário Paulo Dacorso Filho, que dedicou sua carreira às principais causas da Medicina Veterinária e do CFMV, do qual foi integrante. Formado pela Escola Nacional de Veterinária da Universidade Rural do Brasil, em 1934, fez parte de várias associações e sociedades. O título de mestre em Patologia foi concedido pela Universidade do Wisconsin, nos Estados Unidos, em 1947. Como professor, lecionou em instituições do Rio de Janeiro, da Bahia e do Rio Grande do Sul. Publicou cerca de 70 artigos científicos e ocupou cargos em respeitadas instituições.
Assessoria de Comunicação do CFMV
CRMV/PB obtém liminar para retificação salarial do concurso público para médico-veterinário do município de Cacimba de Dentro-PB
O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Paraíba (CRMV-PB) obtém liminar para retificação salarial para o cargo de médico-veterinário ofertado no concurso público edital Nº 002/2020, do município de Cacimba de Dentro-PB.
O Juiz da 12ª Vara Federal da Paraíba deferiu a tutela de urgência nos seguintes termos: “defiro a tutela de urgência liminarmente nos termos do art. 300, §2º do CPC, para determinar que o Município de Cacimba de Dentro/PB suspenda o Concurso Público regido pelo Edital nº. 01/2020 (id. 4058204.6627690) em relação ao cargo de médico veterinário, até que retifique a remuneração prevista em edital ao piso salarial disposto na Lei 4.950-A/66”.
No edital divulgado, o profissional aprovado na seleção e contratado pelo município receberia o valor de R$ 1.600,00 (mil e seiscentos reais), por jornadas de 40 horas semanais.
A presidente do CRMV/PB, Méd. Vet. Valéria Cavalcanti comemora a decisão, “não mediremos esforços para atuar em prol da valorização profissional”, comemora Cavalcanti.
Vacinação de covid-19 para médicos-veterinários
Em resposta ao Ofício nº 13/2021 do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), o Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde confirmou hoje (18) que médicos-veterinários e seus respectivos técnicos e auxiliares estão inseridos entre os trabalhadores de saúde destacados no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (anexo II, página 89). O documento descreve os grupos prioritários para a imunização contra a doença causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2).
A informação está no Ofício nº 8/2021 do ministério e ressalta que “os médicos-veterinários atuam em diversas frentes e estão inseridos nas clínicas, hospitais, defesa sanitária, desempenhando atividades que vão desde a gestão até a vigilância de zoonoses, vigilância ambiental em saúde, epidemiológica e sanitária, o que os torna mais suscetíveis à doença”.
O documento ainda confirma que o “ministério solicitou que todos os postos dos municípios, estados e do Distrito Federal disponibilizem a vacina e orienta que, para ter direito, basta o médico-veterinário apresentar sua carteira de identidade profissional”.
Informe técnico
O ofício também trata do Informe Técnico do Ministério da Saúde, enviado aos secretários estaduais de saúde e ao CFMV hoje (18). O informe aborda o escalonamento dos grupos prioritários para vacinação, conforme a disponibilidade das doses de vacina, sendo facultado a estados e municípios a possibilidade de adequar a priorização de acordo com a realidade local.
Dessa forma, para a primeira fase de imunização, que tem seis milhões de vacinas disponíveis, sendo necessárias duas doses para completar o esquema vacinal, o ministério priorizou os grupos segundo os critérios de exposição à infecção e de maiores riscos para agravamento e óbito pela doença.
Para manter a força de trabalho dos serviços de saúde e a capacidade de atendimento à população, o ministério recomenda que, dentre os trabalhadores da saúde, os primeiros a receber a vacina sejam os profissionais da saúde da linha de frente, ou seja, os que trabalham em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), prontos-socorros, ambulâncias, hospitais referenciados para a covid-19, bem como equipes de vacinação que irão imunizar a população e os trabalhadores de instituições de acolhimento de idosos e jovens e adultos com deficiência. Em seguida, serão vacinados os demais trabalhadores de saúde.
O texto do Informe Técnico ressalta: “Cabe esclarecer que TODOS os trabalhadores da saúde serão contemplados com a vacinação, entretanto a ampliação da cobertura desse público será gradativa, conforme disponibilidade de vacinas. Ressalta-se ainda que as especificidades e particularidades regionais serão discutidas na esfera bipartite (estado e municípios)”.
A estimativa do Ministério da Saúde é de que os grupos de maior risco para agravamento da doença e com maior exposição ao vírus, como idosos e trabalhadores da área da saúde, sejam vacinados ainda no primeiro semestre de 2021.
Assessoria de Comunicação do CFMV
Viagem com pet é tema da nova série de vídeos do CFMV
O mês de janeiro é, para muitos brasileiros, sinônimo de férias. Deixar o pet fora da viagem não é uma opção, para algumas pessoas. Afinal, os peludos são parte da família. Para que isso aconteça da melhor forma e garantindo a saúde e o bem-estar do animal, é preciso tomar alguns cuidados. Alimentação, transporte, saúde e outros fatores devem ser considerados antes de partir com o seu animal de estimação para um lugar desconhecido.
Em seu primeiro episódio, o #DicasCFMV, nova série do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) nas redes sociais, traz algumas orientações e cuidados que devem ser tomados por quem decide viajar com um pet. O programa conversou com o médico-veterinário e zootecnista Alexandre Rossi, especialista em comportamento animal, para saber como tornar essa viagem incrível para humanos e animais de estimação.
As dicas valem tanto para os que optam por viajar com o pet quanto para os profissionais que recebem tutores com essa demanda. Confira o #DicasCFMV no vídeo abaixo. Aperta o play e até o próximo episódio!
https://www.youtube.com/watch?v=Re6WT2fxOqE