DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº 23/2025
DISPENSA DE LICITAÇÃO N° 23-2025 -Contratação de uma empresa especializada em prestação de serviços de seguro de vida para estagiários (as) do CRMV-PB.
DISPENSA DE LICITAÇÃO N° 23-2025 -Contratação de uma empresa especializada em prestação de serviços de seguro de vida para estagiários (as) do CRMV-PB.
Silenciosos, afetuosos e cheios de energia, os coelhos estão conquistando cada vez mais espaço nos lares brasileiros. Segundo dados do Instituto Pet Brasil (IPB), o país já ultrapassa a marca de 160 milhões de animais de estimação, sendo que os chamados pets não convencionais — categoria que inclui aves, répteis, roedores e pequenos mamíferos, como os coelhos — já somam mais de 40 milhões. O crescimento dessa população demonstra a popularidade desses animais, mas também reforça a necessidade de informação sobre os cuidados que eles exigem.
Nesse contexto, o Conselho Regional de Medicina Veterinária da Paraíba (CRMV-PB) faz um alerta no Dia do Coelho, celebrado em 27 de setembro. A data é dedicada a valorizar a espécie e conscientizar sobre a guarda responsável, chamando a atenção para um problema grave: o abandono. “O coelho não é presente nem brinquedo. É um animal que pode viver até 12 anos e precisa de cuidados específicos. Infelizmente, muitos ainda são comprados por impulso e depois descartados, principalmente após a Páscoa”, alerta o presidente do CRMV-PB, o médico-veterinário José Cecílio.
A médica-veterinária Lilian Eloy, que atua com pets não-convencionais, explica que os coelhos são herbívoros fermentadores e necessitam de uma dieta composta majoritariamente por fibras. “O feno deve ser a base da alimentação, complementado por ração específica e vegetais frescos. Frutas e legumes podem ser oferecidos de forma eventual e em pequenas quantidades. É fundamental evitar alimentos tóxicos, como abacate, batata crua, cebola, alho, cogumelos e ultraprocessados”, orienta.
Além da alimentação, os cuidados médico-veterinários são indispensáveis para garantir saúde e bem-estar. “Os coelhos têm predisposição a problemas reprodutivos e câncer de mama. A castração é recomendada e as consultas regulares ao veterinário ajudam a prevenir doenças e a monitorar o desenvolvimento do animal”, explica Lilian Eloy.
O ambiente também precisa ser adequado. Os coelhos preferem locais frescos e não suportam temperaturas elevadas. Pisos muito lisos devem ser evitados, pois favorecem escorregões e problemas articulares. “A escovação regular é essencial para remover pelos mortos e prevenir complicações digestivas. E nunca se deve dar banho em coelhos, pois o contato com a água pode causar estresse, hipotermia e problemas de pele. A higiene deve se concentrar no ambiente, sempre com produtos neutros”, acrescenta a médica-veterinária.
O abandono segue como uma das principais preocupações. ONGs de proteção animal apontam que 40% dos coelhos comprados por impulso na Páscoa acabam descartados semanas ou meses depois. Para o CRMV-PB, esse cenário é reflexo da falta de informação e da ideia equivocada de que o coelho é apenas um animal de fácil manejo.
“Precisamos reforçar que coelhos não são brinquedos ou lembrancinhas. São seres vivos que sentem dor, medo e solidão. Adotar é assumir um compromisso de longo prazo, e só a guarda responsável pode garantir uma vida digna e saudável a esses animais”, destaca o presidente José Cecílio.
O Conselho Federal de Medicina Veterinária, por meio do Núcleo de Apoio aos Regionais (NAR), apresentou o Grupo de Trabalho (GT) de Contratação Nacional como mais uma ação estratégica de integração do Sistema CFMV/CRMVs. A iniciativa busca consolidar processos de aquisição em escala, padronizar especificações de bens e serviços e dar mais agilidade e segurança jurídica às contratações, reforçando a atuação coordenada entre Federal e Regionais.
Na apresentação realizada durante a 3ª Câmara Nacional de Presidentes do Sistema, nesta quarta-feira (24), no Rio de Janeiro, foram detalhadas as vantagens de concentrar, em âmbito nacional, processos que hoje se repetem em cada Regional: economia de escala (com poder de barganha e redução de custos globais), padronização (qualidade e previsibilidade), agilidade administrativa, segurança jurídica (com equipe especializada e menor risco de falhas), fortalecimento institucional do Sistema e ganho de especialização técnica na gestão contratual.
O GT também comparou o modelo de contratação nacional com o fluxo por Regional – destacando ganhos de eficiência – e apresentou o escopo de trabalho com metas, custos e plano de ação para orientar as próximas etapas, desde o diagnóstico até a execução integrada.
Para Uelton Ricardo, empregado do CFMV lotado no NAR e responsável pela apresentação, o objetivo é somar forças e resultados: “Se os desafios são comuns a todos, por que não enfrentá-los juntos?”, disse, ao defender a centralização como instrumento de eficiência e transparência.
A presidente do CFMV, Ana Elisa Almeida, ressaltou que o GT reforça o alinhamento permanente entre Federal e Regionais. “Esta é uma entrega concreta da nossa agenda de integração. Ao unificar critérios, qualificar equipes e negociar em bloco, o Sistema ganha previsibilidade, economiza recursos públicos e melhora a prestação de serviços à sociedade e aos profissionais”.
Durante o debate, alguns representantes regionais manifestaram preocupação com a implantação do modelo, sobretudo em relação à adaptação dos processos locais e à autonomia dos conselhos. Ainda assim, o CFMV reforçou que o GT de Contratação Nacional está aberto ao diálogo e que o objetivo é construir soluções de forma participativa, garantindo que as especificidades regionais sejam consideradas.
“Como próximos passos, o GT de Contratação Nacional avançará na consolidação do plano de ação e na governança dos processos, com cronogramas, indicadores e mecanismos de acompanhamento para que a padronização se traduza em contratos mais eficientes e entregas mais consistentes em todo o país”, detalhou Uelton Ricardo.
Assessoria do CFMV
Em uma tarde inspiradora, treze mulheres se reuniram no Rio de Janeiro para compartilhar suas histórias de vida, dialogar sobre os desafios da profissão e celebrar conquistas no Talk Show das Mulheres da Medicina Veterinária, promovido pela Anclivepa Brasil nesta quinta-feira (25), durante o WSAVA 2025. O encontro foi marcado por emoção, troca de experiências e fortalecimento do protagonismo feminino.
A Medicina Veterinária brasileira é hoje uma profissão formada majoritariamente por mulheres – elas representam 56% dos profissionais em atividade. Esse número não apenas traduz uma presença numérica, mas reafirma a força feminina na construção de uma profissão diversa, inovadora e essencial para a saúde única.
Ana Elisa Almeida, primeira mulher a presidir o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), participou do talk show e ressaltou que sua missão vai além de quebrar barreiras históricas.
“É sobre abrir caminhos e garantir que outras mulheres tenham oportunidades de liderança. É transformar representatividade em legado”.
O CFMV também apresentou ao público o programa CFMV Mulher, criado para debater gênero, fortalecer a equidade e valorizar o papel feminino na profissão. A iniciativa é presidida pela médica-veterinária Carolina Filippos, que emocionou ao falar da importância do espaço.
“Nós estamos aqui para mostrar que nossas histórias importam, que nossas vozes ecoam e que a Medicina Veterinária só é completa quando inclui, valoriza e respeita as mulheres que a constroem todos os dias”.
Outro destaque foi a médica-veterinária Maria da Glória Cunha, integrante do Movimento Afrovet, que abordou o recorte racial dentro da profissão.
“Ser uma médica-veterinária preta significa enfrentar desafios dobrados. Mas também significa resistir, ocupar espaços e inspirar outras mulheres a acreditarem que é possível”.
A atriz Betty Gofman, engajada na causa animal, participou como convidada especial e reforçou a dimensão social do encontro.
“A luta pela valorização das mulheres e pela causa animal se encontram neste mesmo ponto: o respeito à vida e à dignidade. São bandeiras que se fortalecem juntas”.
Para o presidente da Anclivepa Brasil, André Lacerda, o evento representa um marco no reconhecimento do papel feminino.
“Não há futuro para a Medicina Veterinária sem o olhar e a contribuição das mulheres. Este talk show é uma celebração da sua força e da sua liderança”.
Uma rede de histórias
Também compartilharam experiências as médicas-veterinárias Regina Ramadinha, Suzana Severino, Raquel Guarise, Maria das Dores Ribeiro, Vera Machado, Ingrid Atayde, Mitika Hagiwara e Maria Alice Gonçalves, além da psicóloga Bianca Gresele.
Entre médicas-veterinárias e psicólogas, todas trouxeram vivências que ultrapassam a dimensão profissional: mães, avós, esposas e colunas de famílias que, com sua dedicação, constroem diariamente a base da profissão.
“O talk show mostrou que a Medicina Veterinária, além de ciência e técnica, é também feita de humanidade, sensibilidade e coragem”, completou Ana Elisa Almeida.
O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), por meio da Comissão Nacional de Educação em Medicina Veterinária (CNEMV), apresentou nesta quarta-feira (24), na 3ª Câmara Nacional de Presidentes do Sistema CFMV/CRMVs, um diagnóstico abrangente sobre o cenário da graduação em Medicina Veterinária no país e uma agenda de medidas para elevar padrões de qualidade, proteger a sociedade e alinhar a formação às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs). Entre os dados, destacam-se 580 cursos presenciais autorizados e 87,4 mil vagas anuais em janeiro de 2025, números que acendem alerta para expansão acelerada e heterogênea de qualidade.
A presidente da CNEMV, professora Maria Clorinda Soares Fioravanti, reforça que a Medicina Veterinária é um curso da área da saúde. “Só nos serve a presencialidade”. Para ela, “o crescimento acelerado dos cursos, muitas vezes sem qualidade adequada, traz riscos à saúde pública, ao agronegócio e à sociedade. É preciso reverter esse quadro com planejamento, governança e transparência”.
O levantamento relaciona o aumento expressivo de processos éticos profissionais (PEPs) a problemas de formação e supervisão prática, e indica que a superoferta de cursos e vagas pode favorecer a desvalorização profissional, com impacto direto na qualidade dos serviços prestados à população, ao agronegócio e à saúde pública. “O excesso de vagas e a falta de integração com as Diretrizes Curriculares Nacionais podem levar à desvalorização profissional e fragilizar a proteção que a sociedade espera dos médicos-veterinários”, completa Maria Clorinda.
Como resposta, o CFMV/CNEMV anuncia um pacote de ações estruturantes: criação do Painel CFMV dos Cursos de Medicina Veterinária do Brasil (com atualização anual e entrega inicial em 2025); retomada do Sistema Nacional de Acreditação de Cursos (selo voluntário de qualidade); preparação do Exame Nacional de Certificação Profissional (com base legal definida e proposta inicial voluntária); acompanhamento da implementação das novas DCNs até 2026; revisão de resoluções para hospitais-escola, clínicas, fazendas-escola e RT; debate nacional sobre residência/especialização; ações técnicas de suporte a decisões políticas; e institucionalização do Censo Demográfico da Medicina Veterinária.
O estudo compara ainda a densidade de profissionais por mil habitantes no Brasil e no exterior: enquanto a média europeia é de 0,38 e países como EUA (0,36) e Canadá (0,33) mantêm relações estáveis, o Brasil alcança 0,77, o que exige planejamento demográfico, distribuição regional e qualidade formativa para evitar gargalos e proteger a saúde única (humana, animal e ambiental).
“A Comissão do CFMV defende o fortalecimento de um sistema orgânico e perene de educação no âmbito CFMV/CRMVs, com governança, dados públicos e comunicação ativa com a sociedade por meio de um Portal da Educação, assegurando transparência e incentivo à melhoria contínua”, ressalta Maria Clorinda.
Uma reportagem detalhada com o diagnóstico do ensino da Medicina Veterinária no brasil será publicada na próxima edição da Revista CFMV, prevista para o início de outubro.
Assessoria do CFMV
Assessoria do CFMV
O Conselho Regional de Medicina Veterinária da Paraíba (CRMV-PB) concluiu, nesta sexta-feira (19), o processo de elaboração do seu Planejamento Estratégico. A iniciativa, iniciada na última segunda-feira (15), contou com a participação ativa dos servidores e o apoio técnico da Gerência de Planejamento (GEPLAN) do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV).
Durante toda a semana, os trabalhos foram conduzidos pelos especialistas Marcos Hebbert de Carvalho e Liana Carvalho Caldas, que orientaram a construção coletiva do documento, garantindo a contribuição de todos os setores do Conselho.
A entrega oficial do Planejamento Estratégico foi realizada à diretoria do CRMV-PB, composta pelo presidente José Cecílio, vice-presidente Wilson Wouflan e tesoureiro Andrei Guedes.
O vice-presidente Wilson Wouflan, que também participou ativamente da elaboração do documento, destacou a relevância da ação. “Este Planejamento é fundamental para nortear as atividades do Conselho, garantindo maior organização, transparência e eficiência no cumprimento da nossa missão”, disse.
Já o presidente José Cecílio agradeceu ao CFMV pela parceria e ressaltou a importância do envolvimento dos servidores. “Agradecemos imensamente ao CFMV, que nos apoiou com sua equipe especializada na construção desta peça tão importante. Também reconhecemos o empenho dos servidores, que contribuíram de forma essencial para o fortalecimento institucional do CRMV-PB”, destacou.
Confira as imagens:
O Conselho Regional de Medicina Veterinária da Paraíba (CRMV-PB) realizou, nesta sexta-feira (19), a 307ª Sessão Plenária Ordinária, a primeira conduzida pela nova diretoria e pelos conselheiros recém-empossados. A sessão foi presidida pelo médico-veterinário José Cecílio.
Foram discutidos e deliberados diversos assuntos administrativos e técnicos de interesse da classe. Entre os destaques, esteve a eleição da nova Comissão de Tomada de Contas, formada pelos conselheiros Altamir Costa, Nina Toralles, Jonata Bento, Isabella Barros e Lisanka Ângelo, que terão a missão de acompanhar a execução orçamentária e zelar pela transparência na gestão do Conselho.
Outro ponto de relevância foi a apresentação e aprovação da proposta orçamentária para o exercício de 2026, consolidando o planejamento financeiro da instituição para o próximo ano.
Também foram analisados processos de inscrições, cancelamentos, reativações de registros e autos de infração, reforçando o compromisso do Conselho com a valorização profissional, a ética e a defesa da sociedade .
Segundo a presidência, esta primeira plenária da nova gestão marca o início de um ciclo voltado ao fortalecimento institucional e ao aprimoramento das ações junto aos profissionais e à comunidade.
Participaram da sessão o presidente José Cecílio, o vice-presidente Wilson Wouflan, o tesoureiro Andrei Guedes e os conselheiros Altamir Costa, Isabella Barros, Adriana Evangelista, Nina Toralles, Paula Fernanda, Jonata Bento, Lisanka Ângelo, Adolfo Abath, Eclenilson José Batista Lira e Endira Tainá.

No caso de Itapororoca, o edital nº 001/2025 prevê remuneração equivalente a apenas um salário mínimo para jornada de 40 horas semanais . Já em Santa Cecília, o concurso nº 01/2025 fixa o salário em R$ 2.000,00 para 30 horas semanais . Em ambos os casos, não há menção ao pagamento do adicional de insalubridade, previsto no Anexo 14 da NR-15 da Portaria nº 3.214/1978 do Ministério do Trabalho e Emprego.
Segundo o presidente do CRMV-PB, José Cecílio, a Lei Federal nº 4.950-A/1966 estabelece que o salário mínimo profissional dos médicos-veterinários deve corresponder a seis vezes o valor do salário mínimo nacional para jornadas de 30 horas semanais, com proporcionalidade para cargas superiores. Além disso, a remuneração deve incluir os adicionais previstos em lei.
“O médico-veterinário é profissional essencial para a saúde pública, inspeção de alimentos, defesa sanitária animal e controle de zoonoses. É indispensável que esse reconhecimento se reflita em uma remuneração justa e condizente com a legislação vigente”, destacou José Cecílio.
Nos documentos, o Conselho ainda lembra que o Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), por meio do Ofício Circular nº 21/2023, já alertou os gestores municipais sobre a obrigatoriedade de cumprimento do piso salarial legal da categoria.
Os ofícios foram também encaminhados às Câmaras Municipais de Itapororoca e Santa Cecília, para conhecimento e apoio dos vereadores.
Estabelecimentos pertencentes a médicos-veterinários e zootecnistas registrados com natureza jurídica equiparada à pessoa física poderão ser isentos do pagamento de taxa de registro e de anuidade. A medida está prevista na Resolução nº 1.667/2025, publicada nesta quarta-feira (10) pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV).
“Normalmente, são profissionais que constituem um CNPJ apenas para fins tributários mas que preservam a natureza jurídica equiparada à pessoa física; como por exemplo os que prestam serviços volantes ou os que abriram PJ para prestar serviço a outros estabelecimentos”, esclarece a presidente do CFMV, Ana Elisa Almeida
Além da desoneração, a norma também define que o próprio profissional titular será reconhecido como responsável técnico pelo estabelecimento, sem obrigatoriedade de homologação de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). A mudança reduz a burocracia e reforça a valorização da atuação do médico-veterinário e do zootecnista na gestão do seu negócio.
A medida passa a valer para os novos registros e as empresas já registradas que se enquadrarem na situação poderão requerer a análise para isenção.
Saiba mais
A Resolução 1.667 estabelece a isenção de anuidade para um segmento específico de estabelecimentos que são aqueles cuja natureza jurídica é equiparada à pessoa física, devendo obrigatoriamente ter uma única pessoa em seu quadro societário que seja médico-veterinário ou zootecnista inscrito no mesmo CRMV onde seu CNPJ for registrado.
Não é uma situação que se enquadra para empresas com mais de um sócio ou qualquer uma que tenha natureza jurídica de pessoa jurídica. Portanto, a isenção não é automática porque necessita de análise caso a caso no momento do registro do CNPJ no Conselho Regional da Jurisdição.
A análise será feita para todas as empresas que se enquadrarem nos critérios e solicitarem seu registro após a publicação da Resolução.
Para os estabelecimentos já registrados é necessário que haja um requerimento formal para a análise do caso concreto pelo CRMV com os documentos comprobatórios, como CNPJ e contrato social atualizados, de forma que seja possível identificar se enquadra ou não nos critérios de isenção.
Quem são os potenciais beneficiados?
– Profissionais inscritos no CRMV que constituírem um CNPJ com os códigos de natureza jurídica 213-5, 230-5, 231-3 ou 206-2 e que não tenham NENHUM SÓCIO no quadro social da empresa.
Após a análise do CNPJ e contrato social atualizados, se confirmada a compatibilidade da natureza jurídica, o estabelecimento deve atender aos seguintes critérios para que a isenção seja concedida:
• Ser composto por um ÚNICO sócio.
• O sócio deve ser médico-veterinário ou zootecnista inscrito na jurisdição onde está registrado.
• A isenção será concedida a partir da próxima anuidade, permanecendo em aberto os eventuais débitos que já foram gerados.
A obtenção do documento da ART para os estabelecimentos que se enquadrarem nestes critérios passa a ser facultativa, ou seja, o CRMV passa a considerar como responsável técnico o próprio profissional.
Caso o profissional queira indicar outro Responsável Técnico ou caso algum outro órgão solicite a ART para qualquer finalidade, a mesma deve ser homologada seguindo os tramites normais com o pagamento da respectiva taxa.