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Conselheiro do CRMV-PB participou do I Fórum de Zootecnistas do Sistema CFMV/CRMVs
Ocorreu entre os dias 17 a 19 de agosto, na sede do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), em Brasília, o I Fórum dos Zootecnistas Membros do Sistema CFMV/CRMVs. Por conta da pandemia da Covid-19, o evento foi realizado de forma híbrida e contou com a participação de 70 zootecnistas dos conselhos regionais.
O CRMV-PB foi representado pelo conselheiro efetivo Ricardo Romão Guerra o qual mencionou a importância desse Fórum, por ter sido o primeiro Fórum de Zootecnistas viabilizado e apoiado pelo CFMV, além de ter tido como organizador principal, o presidente da Câmera Técnica de Zootecnia do CFMV, o zootecnista e paraibano, Wendell Lima.
No encerramento do evento, o presidente do CFMV garantiu a institucionalização do Fórum de Zootecnistas através de Resolução própria, o aumento do número de zootecnistas nas Comissões do CFMV de um para dois integrantes e, a inclusão de artigos inerentes a área na Revista do CFMV. Assim como, a criação de um banco de zootecnistas pesquisadores para serem revisores desses artigos.
Na abertura, o presidente do CFMV, Francisco Cavalcanti de Almeida, ressaltou que a iniciativa é fruto de trabalho pioneiro da Câmara Técnica de Zootecnistas (CTZ/CFMV). “Temos relacionamento amigável com todos os integrantes da câmara, trabalhamos em harmonia, com conduta ética profissional e respeito, em prol do avanço do agronegócio brasileiro”, disse.
O presidente da CTZ destacou o momento inovador para o Sistema e os zootecnistas, pelo evento ser recebido pela primeira vez na sede do CFMV, com o compromisso de ouvir a representação. “Queremos saber o que está sendo feito e propor soluções para dialogar e apontar caminhos de crescimento conjunto. A sociedade precisa de todos os profissionais para fazer do Brasil a potência que ele pode ser”, enfatizou Melo.
Sobre o Fórum
O primeiro dia foi marcado por apresentações das zootecnistas que integram comissões do CFMV. Na sequência, os participantes foram divididos em grupos de trabalho (GTs) para debater a atualização da Lei nº 5.550, de 4 de dezembro de 1968, que dispõe sobre o exercício da profissão de zootecnista. Os GTs trabalharam na construção de uma minuta de projeto de lei que modernize o regramento.
No último dia, o Fórum promoveu amplo debate sobre a visão atual e as perspectivas da classe. O presidente da Associação Brasileira de Zootecnistas (ABZ), Marinaldo Divino Ribeiro, participou da mesa-redonda e realçou a necessidade de efetivar com propriedade a ordem de relação entre as duas profissões. Para ele, o fórum demonstrou o fortalecimento concreto das relações institucionais de trabalho em conjunto entre a Zootecnia e a Medicina Veterinária.
No final do evento, a vice-presidente do CFMV ficou de levar para a próxima Câmara Nacional de Presidentes, de 25 a 27 de agosto, em Natal (RN), a proposta de criação de Câmaras Técnicas de Zootecnia nos CRMVs, bem como fomentar outras edições do fórum de forma institucionalizada no Sistema, confirmando a decisão da Diretoria Executiva do CFMV.
CRMV-PB realiza Solenidade de Entrega de Carteira Profissional de forma presencial
Após um ano e meio realizando a solenidade de carteira profissional de maneira virtual em decorrência da pandemia da Covid-19, o CRMV-PB voltou a realizar na tarde de hoje (20) a Solenidade de entrega de carteiras de forma presencial, em razão da flexibilização das medidas restritivas.
Estavam presentes na solenidade dando boas-vindas aos aos novos médicos-veterinários e zootecnistas, a presidente do CRMV-PB, Méd. Vet. Valéria Cavalcanti, o Secretário-geral, Méd. Vet Adriano Fernandes e a presidente do CRMV-RS, Méd. Vet. Lisandra Dornelles.
Os novos profissionais e graduandos participaram de uma palestra sobre a história da Medicina Veterinária, o Sistema CFMV/CRMVs, Código de Ética, Responsabilidade Técnica e o exercício profissional.
“É muito importante passar essas informações para os graduandos e novos profissionais, pois nós temos como função principal fiscalizar, mas também devemos orientar para que eles prestem um serviço de excelência a sociedade. E é função do Conselho proteger a sociedade”, finalizou a presidente Dornelles.
I Fórum dos Zootecnistas do Sistema CFMV/CRMVs debate campos de atuação profissional
Entre os dias 17 e 19 de agosto, a sede do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), em Brasília, recebeu o I Fórum dos Zootecnistas Membros do Sistema CFMV/CRMV. Por conta da pandemia de covid-19, o evento foi realizado de forma híbrida, contando com a participação de 70 zootecnistas dos conselhos regionais, metade presencialmente e a outra, de forma remota por meio de videoconferência.
Foi a primeira vez que o Sistema realizou um fórum com todos os seus zootecnistas. Na abertura, o presidente do CFMV, Francisco Cavalcanti de Almeida, ressaltou que a iniciativa é fruto de trabalho pioneiro da Câmara Técnica de Zootecnistas (CTZ/CFMV). “Temos relacionamento amigável com todos os integrantes da câmara, trabalhamos em harmonia, com conduta ética profissional e respeito, em prol do avanço do agronegócio brasileiro”, disse.
Amigo do saudoso professor Octávio Domingues, uma das referências na Zootecnia brasileira, o presidente lembrou que presenciou o nascimento da profissão e foi testemunha do projeto de criação da primeira escola do Rio Grande Norte. “Somos duas profissões importantes para o Brasil e para o mundo. Temos a obrigação de caminharmos juntos, evoluir para as convergências em harmonia. O conselho é nosso e não podemos errar. Precisamos discutir o avanço das profissões para que sejamos melhores prestadores de serviços para a sociedade”, pontuou.
Para além das memórias, a história se fez viva com a presença do zootecnista Pedro Adair Fagundes dos Santos. “Estamos aqui com um dos primeiros zootecnistas do Brasil. Pedro se formou com a primeira turma de Zootecnia, em Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, em 1970”, homenageou o presidente da CTZ, Wendell Lima Melo. Com 51 anos de carreira, o veterano teve a oportunidade de experimentar uma novidade. “É a primeira vez que piso no CFMV. É uma alegria participar das decisões e ter oportunidade de trabalhar pela segurança profissional”, saudou.
O presidente da CTZ destacou o momento inovador para o Sistema e os zootecnistas, pelo evento ser recebido pela primeira vez na sede do CFMV, com o compromisso de ouvir a representação. “Queremos saber o que está sendo feito e propor soluções para dialogar e apontar caminhos de crescimento conjunto. A sociedade precisa de todos os profissionais para fazer do Brasil a potência que ele pode ser”, enfatizou Melo.
O coro foi reforçado pela presidente da Comissão Nacional de Educação em Zootecnia (CNEZ/CMV), Ana Cláudia Ambiel, na abertura do fórum. “É importante mostrar a força e a participação dos zootecnistas que estão no Sistema. A Zootecnia sai mais fortalecida após o evento. Que seja apenas o início de uma jornada contínua”, acrescentou. Em seguida, a professora apresentou o balanço dos trabalhos realizados pela comissão, desde o início da gestão 2017-2020 até o mandato atual.
Programação
O primeiro dia de fórum foi marcado por apresentações das zootecnistas que integram comissões do CFMV. Além da CNEZ, Elisa Osmari demonstrou os trabalhos da Comissão Nacional de Bem-Estar Animal (Cobea/CFMV); Verônica Vianna falou sobre a Comissão Nacional de Animais Selvagens (CNAS/CFMV); enquanto a atuação do grupo de trabalho de Responsabilidade Técnica ficou a cargo de Jovelina de Oliveira.
Na sequência, os participantes foram divididos em grupos de trabalho (GTs) para debater a atualização da Lei nº 5.550, de 4 de dezembro de 1968, que dispõe sobre o exercício da profissão de zootecnista. Os GTs trabalharam na construção de uma minuta de projeto de lei que modernize o regramento.
“A lei é muito generalista e de cinco décadas atrás. Precisamos de uma legislação mais contemporânea, condizente com as inovações do mercado e com as competências específicas da profissão, que permitam ao zootecnista atuar com ética e segurança”, disse o presidente da CTZ.
Mesa-redonda
No último dia, o fórum promoveu amplo debate sobre a visão atual e as perspectivas da classe. O presidente da Associação Brasileira de Zootecnistas (ABZ), Marinaldo Divino Ribeiro, participou da mesa-redonda e realçou a necessidade de efetivar com propriedade a ordem de relação entre as duas profissões. Para ele, o fórum demonstrou o fortalecimento concreto das relações institucionais de trabalho em conjunto entre a Zootecnia e a Medicina Veterinária.
“Mais do que nossas demandas individuais, devemos apresentar pautas do coletivo de zootecnistas pela defesa intransigente dos direitos e deveres dos profissionais, em benefício da harmonia entre as profissões e da pecuária brasileira”, disse.
O representante da NK Assessoria Parlamentar, Napoleão Salles, falou sobre o ambiente político-institucional e explicou que a criação de conselhos profissionais depende de lei de iniciativa do Presidente da República. O presidente da ABZ entende que ainda não é o momento de criação do Sistema de Conselhos Federal e Regionais de Zootecnistas, mas espera contar com o futuro apoio do Sistema CFMV/CRMVs, quando o projeto realmente for viável.
O médico-veterinário Fernando Zacchi, assessor técnico da presidência do CFMV, foi convidado a falar sobre as pautas e ações que envolvem os zootecnistas dentro do Conselho Federal e como integrar as duas profissões dentro do Sistema. Segundo ele, as resoluções têm sido construídas na base do diálogo e que faz parte da atividade regulatória administrar as divergências. “Viver com o conflito e com o debate sobre as opiniões discordantes faz parte do dia a dia do Conselho Federal. É da natureza da nossa atividade lidar com discussões, mas sempre pautadas em argumentos técnicos e juridicamente fundamentados”, afirmou.
A vice-presidente do CFMV, Ana Elisa Almeida, encerrou o fórum emocionada com a realização de um evento inédito em 53 anos de existência de Sistema e de testemunhar como a CTZ está trabalhando com afinco na busca de soluções e avanços. “O CFMV é nosso e a Zootecnia faz parte dele. Devemos conviver de forma harmônica. Cada profissional, dentro de suas habilitações, deve buscar a construção de um país cada vez mais forte e, em conjunto, contribuir para a missão social de alimentar o mundo”, disse.
Ouvindo as sugestões finais, a vice-presidente ficou de levar para a próxima Câmara Nacional de Presidentes, de 25 a 27 de agosto, em Natal (RN), a proposta de criação de Câmaras Técnicas de Zootecnia nos CRMVs, bem como fomentar outras edições do fórum de forma institucionalizada no Sistema, confirmando a decisão da Diretoria Executiva do CFMV.
Assessoria de Comunicação do CFMV
Presidente do CRMV-PB é nomeada presidente da CONTHA/CFMV
A presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado da Paraíba (CRMV-PB), Méd. Vet. Valéria Cavalcanti, foi nomeada em 22 de julho de 2021, em portaria do CFMV como presidente da Comissão Nacional de Tecnologia e Higiene Alimentar.
A Comissão é formada pelo Méd. Vet. Francisco Ives Tavares Pereira (CRMV-CE), Méd. Vet. Rana Zahi Rached (CRMV-SP), Méd. Vet. Ronaldo Gil Pereira (CRMV-RJ) e pela Méd. Vet. Sibelli Passini Ferrão (CRMV-BA).
A CONTHA/CFMV tem como atribuições propor diretrizes para regulamentação da atuação do médico veterinário na área de tecnologia e higiene alimentar; revisar e propor a atualização e harmonização da legislação sobre o tema; apresentar posicionamento técnico, bem como analisar as demandas e necessidades dos CRMVs relacionadas à Tecnologia e Higiene Alimentar.
Conferência Raiva nas Américas 2021 recebe trabalhos científicos até 31 de agosto
Nos dias 26 e 29 de outubro, acontece, de forma on-line, mais uma edição do Rabies In The Américas – RITA. A conferência congrega palestras, discussões sobre a raiva e apresentações de trabalhos científicos. O evento vai debater aspectos de vigilância, controle, tratamento, diagnóstico e prevenção da doença, além de oferecer um ambiente de interação entre cientistas, médicos, médicos-veterinários, funcionários de saúde pública, biólogos e outros profissionais, sob o aspecto da saúde única.
Os trabalhos científicos podem ser enviados até o dia 31 de agosto. Eles devem ser apresentados em inglês, nas modalidades oral ou pôster. O evento terá tradução simultânea em, pelo menos, três línguas: inglês, espanhol e português.
A raiva é conhecida desde séculos, porém, apesar dos esforços de governos e organizações, ainda atinge mais de 150 países e territórios e estima-se que seja a causa da morte de 59 mil pessoas todos os anos.
O médico-veterinário tem papel fundamental na luta contra a raiva. Ele atua nos sistemas de saúde, sendo também responsável por prevenção, controle, diagnóstico clínico e laboratorial da doença. Avalia fatores de risco quanto à transmissão do vírus no ambiente e em animais, visando alertar os órgãos de saúde e prevenir a ocorrência da zoonose.
Trabalhos científicos
Cada inscrição dá direito à submissão de até dois resumos. Um autor pode inscrever e apresentar dois trabalhos, podendo ser coautor de outros resumos.
A preferência do autor pelo tipo de apresentação (oral ou pôster) deverá ser informada no momento da submissão. Caberá à comissão científica confirmar ou não a forma de apresentação e avaliar os trabalhos sob os critérios de relevância, conteúdo, ineditismo, qualidade da proposta e objetivos, entre outros.
Os resumos devem seguir um dos eixos temáticos, dentre os quais estão: Raiva Humana; Raiva nos Animais Silvestres; Raiva nos Herbívoros; Vacinação em Raiva; e outros subeixos.
Confira em detalhes como enviar trabalhos científicos
Raiva
Por ano, mais de 50 mil pessoas morrem em todo o mundo em decorrência do vírus. Desde 2004, ele está sob controle, no Brasil. Até então, era um grave problema, principalmente devido à raiva urbana, transmitida por cães e gatos, mas ainda existem outros animais transmissores da doença, como os morcegos, hematófagos ou não. A doença transmitida por esses animais em ambiente urbano vem sendo identificada com frequência cada vez maior.
No mundo, a maioria dos casos de raiva humana ainda ocorre por transmissão canina, portanto, a vacinação periódica de animais de companhia e de criação e a orientação técnica quanto às formas de prevenir o desenvolvimento desta enfermidade, realizada pelo profissional médico-veterinário, são a chave no sucesso da prevenção e redução da transmissão.
Os profissionais devem estar capacitados para informar à população, identificar os sinais e sintomas e animais suspeitos, utilizando-se das ferramentas de Vigilância e Educação em Saúde.
Leia também:
Por que a raiva é uma questão de saúde pública?
Assessoria de Comunicação do CFMV
Câmara dos Deputados preserva piso salarial de Médicos Veterinários
Na última quinta-feira (5), a Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 1040/21, mas rejeitou a revogação da Lei nº 4.950-A/1966, mantendo o salário mínimo profissional para médicos veterinários, arquitetos, engenheiros, químicos e agrônomos.
No dia anterior, 4 de agosto, o Senado Federal já havia rejeitado a emenda, por requerimento de alguns senadores, inclusive do relator Irajá Abreu, com apoio do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
Na votação da Câmara do Deputados, o relator Marco Bertaiolli rejeitou todas as emendas aprovadas pelo senado. No entanto, mediante acordo, os parlamentares aprovaram um destaque apresentado pelo PT, evitando a revogação da Lei 4.950-A/66.
Esse momento é uma conquista para a Medicina Veterinária e para as outras profissões mencionadas, que se movimentaram através dos Conselhos de Classe em repúdio a revogação do piso salarial.
Na Semana Nacional de Combate à Leishmaniose, o CFMV tem um recado
Na Semana Nacional de Combate à Leishmaniose, que ocorre de 8 a 14 de agosto, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) lembra aos profissionais, gestores da área da saúde e população que ações educativas e preventivas ainda são o melhor caminho contra a doença.
Quem dá o recado é o presidente da Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária (CNSPV) do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Nélio de Morais. Aumenta o som!
Também conhecida como calazar, a leishmaniose visceral é uma zoonose sistêmica causada por um protozoário do gênero Leishmania, transmitido aos humanos e outros animais por meio da picada de insetos flebotomíneos, do gênero Lutzomyia, que se infecta ao se alimentar do sangue de humanos ou animais infectados, principalmente os cães.
As medidas de prevenção individual englobam o uso de repelentes, principalmente nos horários de atividades do vetor (amanhecer e anoitecer) e a limpeza dos quintais, especialmente os que possuem plantas (árvores, arbustos) para evitar o acúmulo de matéria orgânica. Outra medida importante no combate à doença é a vacinação dos cães. As medidas de proteção coletiva englobam o recolhimento do lixo, a melhora das condições socioeconômicas, moradia e nutrição da população, sobretudo de crianças, que são mais vulneráveis à doença.
Guia de bolso da Leishmaniose
Considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) uma das doenças mais negligenciadas do mundo, a Leishmaniose Visceral (LV) ganhou ano passado uma nova ferramenta de conhecimento técnico, científico e jurídico: o Guia de Bolso da Leishmaniose Visceral. A publicação é resultado de um intenso trabalho da CNSPV/CFMV.
“O Brasil detém uma das maiores experiências científicas e práticas de atuação de medidas de controle da doença. Somos referência no mundo, pelas pesquisas, formação profissional e gestão dos programas. O guia consolida tudo isso”, afirma Morais.
Atualmente, a possibilidade de tratamento de cães positivos, mesmo que por toda a vida, além do uso de coleiras repelentes e da vacina, agregam à saúde pública outras possibilidades de desfechos. Confira a publicação.
Assessoria de Comunicação do CFMV
9 de agosto – Dia Nacional da Equoterapia
Considerado um método terapêutico e educacional, a equoterapia utiliza o cavalo numa abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação. O intuito é a busca pelo desenvolvimento biopsicossocial de pessoas portadoras de deficiência e/ ou necessidades especiais. O Dia da Equoterapia, 9 de agosto, foi criado pela Lei nº 12.067, de 29 de outubro de 2009. O objetivo da data é difundir a prática na sociedade.
O médico-veterinário tem atuação importante dentro da equipe multidisciplinar, composta também por médico, psicólogo, fisioterapeuta e profissional de equitação. “Nós garantimos o melhor manejo sanitário e nutricional para o animal, bem como seu bem-estar. Ou seja, cuidamos da saúde mental e corporal do animal e também auxiliamos na escolha do melhor cavalo para cada tipo de praticante”, esclarece a médica-veterinária Ana Gabriela Nascimento, docente de Equinocultura e Anatomia e Fisiologia Animal do Instituto Federal do Tocantins.
Ela revela que um dos segredos de um bom resultado está, por exemplo, no manejo sanitário e nutricional. “É importante também escolher um cavalo de temperamento tranquilo, com estatura mediana. Os machos devem ser castrados. Eles passam por treinamentos específicos, não podem se assustar facilmente e devem estar familiarizados com os diversos recursos que os terapeutas utilizam durante a sessão”, detalha a médica-veterinária.
Assessoria de Comunicação do CFMV
CRMV-PB participou do Fórum “LGPD no Sistema CFMV/CRMVs”
Nessa quinta-feira (5), o CRMV-PB participou do Fórum “LGPD no Sistema CFMV/CRMVs”, onde foi discutido a implementação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) que entrou em vigor neste ano de 2021.
No encontro foi debatido a importância da LGPD, suas sanções e como será a implantação nos conselhos federal e regionais. O Conselho Regional da Paraíba foi representado pelo Secretário Geral, Méd. Vet. Adriano Fernandes. O fórum foi realizado de forma online.
Também foi publicada no Diário Oficial da União uma Resolução do CFMV com as diretrizes para adequação do sistema, reafirmando o compromisso com a lei e visando garantir a segurança dos dados de todos os profissionais cadastrados em seu sistema.

















